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Começa hoje a segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe

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A primeira fase, iniciada no 23 de março, apenas pessoas acima de 60 anos e profissionais de saúde receberam a vacina contra o vírus influenza, desta vez, o público-alvo também englobará:

  • Caminhoneiros e profissionais de transporte coletivo e portuários
  • Profissionais das forças de segurança e salvamento
  • População privada de liberdade, inclusive adolescentes
  • Funcionários do sistema prisional
  • Indígenas
  • Doentes crônicos

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 15,6 milhões de brasileiros podem se beneficiar nessa fase a campanha. A principal mudança é a inclusão dos caminhoneiros e profissionais de transporte coletivo e a dos povos indígenas.

Essa inclusão é devido ao coronavírus (Sars-CoV-2), uma vez, que o transporte e a entrega de cargas são serviços essenciais durante a pandemia da Covid-19. É importante ressaltar que a vacina da gripe não evita o coronavírus, porém, a injção impede o ataque do influenza e ajuda a evitar uma eventual infecção dupla de gripe e Sars-CoV-2, o que sobrecarregaria o sistema respiratório da pessoa.

O Ministério da Saúde informou que até o momento, 90,66% dos idosos receberam sua dose — são 18,9 milhões de brasileiros acima dos 60 anos já imunizados. Também tomaram a vacina na rede pública 3,8 milhões de trabalhadores da saúde (75,5% desse grupo).

A meta do governo é a de que ao menos 90% de cada público-alvo seja vacinado. As pessoas mais velhas e os profissionais de saúde que seguem sem proteção contra a gripe podem se vacinar na segunda ou mesmo na terceira fase da campanha.

Um levantamento mostra que até o dia 6 de abril, foram registrados 853 casos de influenza, com 100 mortes.

Boa saúde para você e até a próxima!

O coronavírus segue como grande assunto em todas as mídias.

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E por mais que ainda existem aquelas pessoas resistentes em se manter em quarentena e buscar as melhoras alternativas de isolamento, o fato é que, sem dúvida nenhuma, essas são as melhores alternativas no momento.

Quem comprova isso é uma revisão de 29 estudos realizada no Instituto Cochrane. Para se ter uma ideia, tanto a quarentena, quanto as medidas de isolamento social reduzem de 31 a 63% o número de mortes por coronavírus (Sars-CoV-2).

Assim é impossível não reconhecer a efetividade da causa. A questão que fica no ar é de até quando isso deve ser mantido ou liberado, mesmo que aos poucos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) desenvolveu seis critérios para serem preenchidos antes de liberar a volta da vida normal da população às ruas e suas rotinas. O embasamento foi criado com base no que ocorre mais em países da Ásia e da Europa, uma vez que são locais em que a pandemia se espalhou antes do Brasil.

É fato que o número de casos e óbitos de Covid-19 por dia começa a diminuir em boa parte das nações dessas regiões, o que é ótimo.

Já na China, uma pesquisa realizada no The Lancet recomenda que não haja relaxamento e que seja mantido o isolamento social, uma vez que, qualquer descuido do que se iniciou aumentaria novamente os casos e consequentemente no número de mortes pelo coronavírus. De acordo com a revista saúde, esses são os pontos propostos pela OMS que devem ser cumpridos antes de começar a diminuir as medidas de isolamento social:

 1) Transmissão do vírus controlada: no Brasil, o número de novas mortes registradas em um dia bateu recorde hoje, 14 de abril. São 204 falecimentos.

2) Sistemas de saúde com capacidade de detectar, testar, isolar e tratar todas as pessoas com coronavírus e os seus contatos mais próximos: Foram realizados apenas 296 testes a cada 1 milhão de habitantes. De acordo com a informação do site Worldometer, nesse quesito estamos apenas na posição 131ª.

 3) Controle de surtos em locais especiais, como instalações hospitalares: boletins epidemiológicos do Ministério da Saúde demonstram preocupação com a incidência de infecções em médicos e outros profissionais, além de admitir que pode haver falta de equipamentos de proteção individual, como máscaras.

 4) Medidas preventivas de controle em ambientes de trabalho, escolas e outros lugares onde as pessoas precisam ir: não houve uma ampla discussão sobre o assunto no Brasil.

 5) Manejo adequado de possíveis novos casos importados: as fronteiras brasileiras já estão cheias de restrições. Mas, sem capacidade de testagem rápida, fica difícil frear efetivamente pessoas infectadas vindas de fora.

 6) Comunidade informada e engajada com as medidas de higiene e as novas normas: há registros em São Paulo e em outras cidades de pessoas se manifestando contra as medidas sociais, além de aglomerações desnecessárias. Isso sugere que ainda há bastante gente negligenciado a pandemia de coronavírus.

Faça você mesmo a sua análise. Avalie se realmente vale a pena correr o risco de se aglomerar, estar em contato com outras pessoas ou se manter calmo, sem risco de se contaminar e preservar a sua vida.

E que fique claro, isso tudo uma hora passará. Saúde e luz!

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De qualquer maneira, sempre vale prestar atenção no ambiente em passamos o dia, seja em casa ou no trabalho.

É claro que no ambiente profissional, a chance de infecção é bem maior, principalmente as respiratórias. O novo coronavírus (cuja doença se chama covid-19) têm grande potencial de multiplicação. E isso é óbvio, afinal de contas, os locais de trabalho são aqueles em que as pessoas passam mais tempo juntas, seja conversando ou trocando documentos, dividindo e outros meios que colabora para a transmissão do vírus.

E como podemos evitar que o surto seja transmitido no seu ambiente de trabalho?

Pela rede social Twitter, o diretor-geral da OMS (organização Mundial de Saúde, Tedros Ghebreyesus, afirmou que as estratégias apresentadas no novo documento da Organização Mundial da Saúde (OMS) – (em inglês) devem ser adotadas pelos empregados e empregadores mesmo se o país não apresentar muitos casos confirmados da doença, uma vez que colabora para conter também outras enfermidades contagiosas.

Abaixo, segue uma listagem retirada da revista Saúde com os principais pontos passados pela entidade:

A estação de trabalho

  • Cadeiras, mesas, telefones, teclados computadores e outros equipamentos precisam ser higienizados com pano e desinfetante regularmente (a contaminação de superfícies é uma das principais formas de transmissão de covid-19).
  • Se possível e em caso de surto, estimular o trabalho remoto (em um esquema de home office, por exemplo) auxilia a evitar contatos desnecessários. Fora isso, os funcionários deixam de usar o transporte público, onde há grandes aglomerações.

 A promoção da higiene respiratória

  • Lenços descartáveis deveriam estar disponíveis em diversos locais do ambiente de trabalho para o empregado assoar o nariz ou tossir sem espalhar gotículas com vírus. Lixeiras com tampa precisam estar ao lado para jogar fora o papel adequadamente.
  • Se você está doente ou com febre e sintomas respiratórios, não vá ao trabalho. Os dirigentes nunca deveriam cobrar a presença de pessoas doentes no serviço.
  • Se não tiver um lenço à disposição, cubra a boca e o nariz com o antebraço ao tossir ou espirrar. E lave o braço assim que possível.
  • A empresa deveria distribuir dispensadores com álcool-gel em locais visíveis. Esses equipamentos também podem ser usados para colocar sabão líquido no banheiro.
  • Pôsteres que promovam a lavagem das mãos são mais uma boa medida para os empregadores adotarem. Combine essa medida com outras de comunicação sobre higiene manual e outras atitudes saudáveis no serviço.

 Em viagens de trabalho

  • Assegure-se de checar as últimas informações sobre o avanço nos casos do novo coronavírus no local onde pretende ir.
  • Avalie os riscos e os benefícios da viagem. É possível postergar ou fazer uma reunião à distância?
  • Funcionários com condições médicas que aumentam o risco de complicações da covid-19 merecem atenção especial ao considerar se vale a pena viajar a um local com muitos casos. Exemplos: pessoas com diabetes e doenças pulmonares ou cardíacas.
  • Considere levar álcool-geral para a viagem e lave bastante as mãos.
  • Saiba quem contatar em caso de infecção pelo novo coronavírus e obedeça as autoridades sanitárias locais.
  • Ao voltar de um lugar com surto ativo, fique especialmente atento aos sintomas dessa doença respiratória por 14 dias. A empresa também deve monitorar o indivíduo durante o período.
  • Se quaisquer sinais suspeitos aparecerem (tosse e até febre leve), fique em casa, evite contato próximo com os familiares e entre em contato com um médico.

“Agora é o momento para se preparar contra a covid-19. Simples precauções podem fazer uma grande diferença. As ações que sugerimos protegerão os funcionários e até o negócio”, conclui o documento da OMS.

Saúde a todos e até a próxima!!

A raiva prejudica quem busca uma vida mais equilibrada

É sabido que cada vez mais, as pessoas busquem um equilíbrio em suas vidas.

É claro que nem todos conseguem ter uma paz de espírito e não se abalar com as situações do cotidiano e logo se deparam com a raiva.

De acordo com especialistas do Incor, esse tipo de sentimento, quando vem de maneira extrema, ocasiona diversos efeitos negativos no organismo e consequentemente prejudicam à saúde.

O estresse é um péssimo aliado para quem espera alcançar a longevidade.

O nosso corpo libera adrenalina quando surge o estresse no momento da raiva. Assim, a pressão arterial, a frequência cardíaca e o açúcar no sangue se elevam, agredindo as artérias.

O cortisol é outra substância liberada no estado de raiva. Ele faz com que o depósito de gordura no abdômen aumente, assim como o peso e o açúcar na corrente sanguínea (glicemia).

Outro órgão que sofre com a raiva é o aparelho digestivo, uma vez que as substâncias da digestão e o ácido estomacal são bloqueados, podendo levar à gastrite, à dor e à diarreia, entre outras complicações.

Você tem dores no pescoço, na cabeça e enxaquecas? A raiva pode ser o que desencadeia o problema. Manter com esse problemas por muitas vezes, pode acarretar sérios problemas, como o AVC (acidente vascular cerebral).

Agora eu te pergunto: Você que tem constantemente raiva possui bons relacionamentos?  Pense se não vale a pena avaliar e evitar explodir com pessoas bem próximas a você.

É claro que especialistas orientam a não se reprimir, apenas tentar ao máximo evitar um enfrentamento ou explosões desnecessárias.

Aprenda a meditar e ver as coisas com um novo olhar. Pode ter certeza que se permitir rir das coisas que também te irritam, é um desafio que pode te aumentar a vida.

Até a próxima!

EUA e Europa já usam a planta em diversos tratamentos

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Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) arquivou nessa terça-feira, a proposta sobre o plantio de Cannabis para fins medicinais e de pesquisa em território brasileiro.

Foi autorizada também a venda de medicamentos à base da planta em farmácias e drogarias sem manipulação do país, mediante a apresentação de receita médica. Desta maneira, pacientes poderão encontrar produtos para uso oral e nasal, em comprimidos ou líquidos, além de óleos.

A regulamentação passa a valer 90 dias após sua publicação no Diário Oficial da União e deverá ser revisada em até 3 anos. De acordo com à Anvisa, a medida ocorreu em razão do estágio técnico-científico, no qual se encontram os produtos à base de Cannabis mundialmente.

Vale ressaltar que as regras para a prescrição do produto irá variar de acordo com a concentração de tetra-hidrocanabinol (THC), principal substância  psicotrópica da Cannabis sativa.  No caso das formulações com concentração de THC menor que 0,2%, o produto deverá ser prescrito por meio de receituário tipo B, com numeração fornecida pela Vigilância Sanitária local e renovação de receita em até 60 (sessenta) dias.

Para os produtos com concentrações de THC superiores a 0,2% só poderão ser prescritos a pacientes terminais ou que tenham esgotado as alternativas terapêuticas de tratamento. Nesse cenário, o receituário para prescrição será do tipo A, fornecido pela Vigilância Sanitária local, padrão semelhante ao da morfina, por exemplo.

As diferenças nas regras de prescrição para as formulações foram estabelecidas após análise do perfil de segurança da substância e dos efeitos psicoativos do THC.

Esperança para inúmeros pacientes

O uso medicinal da Cannabis está presente em diversos países da Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, os pacientes que precisavam fazer tratamentos com os princípios ativos da planta precisavam importar os produtos.

A agência informou também que atualmente existem 14 mil pedidos de importação em andamento, com 12,5 mil solicitações já aprovadas. Em 2019 foram 5.321 pedidos de compra de remédios com canabidiol, 47% a mais que no ano passado.

Propriedade

A planta da Cannabis sativa possui mais de 500 substâncias ativas, dentre elas mais de 100 canabinoides. O CBD (Canabidiol) e o THC (Tetraidrocanabinol) são os mais estudados pelos cientistas, que descobriram que o CBD, não possui efeitos alucinógenos, não causa dependência química e pode ser usado no tratamento de doenças, como esclerose múltipla e principalmente as neurológicas refratárias que causam crises convulsivas.

Até a próxima!!

No embalo da revista Saúde, aqui vai a minha homenagem aos dentistas.

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Vacina é testada contra o câncer de mama

Montanhismo e trekking valem a pena

Matéria colocada na íntegra.

O 25 de outubro marca o Dia do Dentista. Em homenagem à data, separamos as principais notícias dos últimos tempos sobre saúde bucal. São mensagens para você cuidar melhor dos dentes e, com isso, beneficiar a saúde do corpo inteiro. Confira:

Tratamentos

Higiene

Saúde bucal na infância e gestação

Cuide bem de sua saúde bucal e até a próxima!!

A luta contra qualquer câncer merece atenção o ano todo

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E neste mês a atenção fica mais evidente para o câncer de mama. E uma bela notícia é que cientistas da Mayo Clinic, nos Estados Unidos, realizam estudos de uma vacina que pode prevenir um tipo desse câncer.

De acordo com a instituição norte-americana, as atenções das pesquisas são no carcinoma ductal in situ, que é considerado uma forma inicial de câncer, pois as células malignas não atingem veias e vasos linfáticos.

O carcinoma ductal in situ não gera metástase, porém recomenda-se ter um tratamento em até 10 anos para não entrar na probabilidade que é de 30% de o tumor se agravar e atingir outros tecidos mamários.

A vacina em fase de desenvolvimento tem como foco a proteína HER2, que aparece na maior parte das mulheres com esse tipo de câncer de mama. Em caso de sucesso, a proteína poderia ser neutralizada e carcinomas resultantes dela seriam prevenidos.

CAUSA

Infelizmente não existe uma causa específica para a maioria dos casos de câncer de mama, o que existe são alguns fatores para serem analisados, como a menarca precoce, menopausa tardia, consumo excessivo de álcool e sedentarismo. Todos são considerados de alto risco.

QUAIS OS SINAIS

A característica mais comum da doença é o surgimento de um nódulo geralmente indolor na mama oi nas axilas. Existem casos também em que os pacientes apresentam outros sinais menos frequentes, como irritação.

Atenção para outros sinais:

  • Inchaço de toda ou parte de uma mama (mesmo que não se sinta um nódulo)
  • Edema (inchaço) da pele
  • Eritema (vermelhidão) na pele
  • Secreção sanguinolenta ou serosa pelos mamilos
  • Inchaço do braço
  • Dor na mama ou mamilo
  • Inversão do mamilo
  • Sensação de massa ou nódulo em uma das mamas
  • Sensação de nódulo aumentado na axila
  • Espessamento ou retração da pele ou do mamilo

Em relação ao tratamento, o mais utilizado é a quimioterapia, que é a forma mais rápida de barrar o crescimento do tumor.

Em casos mais graves, a cirurgia de retirada da mama também é importante para garantir que o tumor não volte ao local.

Vale ressaltar que atualmente, é possível fazer a reconstrução da mama com próteses de silicone gratuitamente pelo SUS.

Autoexame

  • O autoexame é recomendado  a partir dos 20 anos de idade;
  • O ideal é fazer a palpação das mamas entre o quarto e o sexto dias após o fim do fluxo menstrual;
  • Na frente do espelho, a mulher deve observar se há deformação ou alteração no formato das mamas, abaulamentos ou retrações e feridas ao redor do mamilo;
  • No banho ou deitada, a mulher deve observar a presença de caroços nas mamas ou axilas e secreção nos mamilos.
  • Mulheres que não menstruam devem fixar uma data para fazer a avaliação;
  • As mulheres devem fazer a apalpação dos seios em frente ao espelho e durante o banho ou deitadas;

É importante , em caso de encontrar um nódulo não se desesperar, afinal, isso não quer dizer que seja um câncer. Procure um médico para ter o diagnóstico após exames.

Saúde e até a próxima!!

Beber com moderação faz bem para a saúde

Seja qual for a sua bebida preferida, independente de ter ou não teor alcóolico, vale saber dos benefícios

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Eu por exemplo, sou um amante da água, das cervejas, caipirinhas e dos vinhos. Essa última, que recentemente mostrou que se consumida uma taça por dia da versão tinto pode até reduzir o risco de desenvolver a diabetes tipo 2.

Hoje trago mais uma bela notícia aos amantes do vinho tinto. O consumo de apenas uma taça na semana desta fantástica bebida pode fazer bem para as bactérias intestinais, assim, ajudaria a prevenir diversos problemas de saúde.

A informação é graças um estudo realizado pelo King’s College London, na Inglaterra, onde foi provado que o consumo de apenas uma taça de vinho tinto por semana já pode aumentar a diferença de boas bactérias no microbioma. Isso colabora para a redução do colesterol ruim e ter o peso sob controle.

É importante ressaltar que os pesquisadores afirmam que não é o álcool presente na bebida que garante o efeito positivo. Trata-se dos polifenóis do vinho tinto. Eles são os responsáveis em ajudar a alimentar as boas bactérias do microbioma. Fora isso, apenas o vinho tinto resultou em um microbioma mais diversificado.

Para quem não sabe, o microbioma é uma coleção de bactérias no intestino que tem um papel importante na saúde. Quando saudável, ele ajuda a digerir os alimentos e previne doenças.

Já um microbioma danificado ocasiona um mau funcionamento do sistema imunológico, aumento de peso, assim como do colesterol, entre outras coisas.

No caso de existirem muitas bactérias diferentes, o microbioma é considerado saudável, logo, de acordo com a pesquisa, o vinho tinto faz com que ocorra o aumento dessa diversidade.

Os resultados ainda permaneceram constantes mesmo após contabilizar fatores como dieta, nível socioeconômico e idade.

Então, bora abrir um vinho tinto e beber com moderação?

Até a próxima!!

O outubro rosa merece a atenção principalmente do público feminino.

O câncer de mama é uma coisa muita séria.

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Para se ter uma ideia, no Brasil são aproximadamente 60 mil novos casos por ano. Esse tipo de câncer é o segundo mais comum entre as mulheres no país e no mundo, perdendo apenas para o câncer de pele não melanoma.

O que vale a pena se atentar, após um diagnóstico positivo é que as chances de cura chegam a 95% dos casos quando o tumor é detectado no início.

Assim, a campanha Outubro Rosa que tem como objetivo conscientizar sobre a importância da prevenção e do tratamento correto do câncer de mama merece ser mais valorizado.

As pesquisas mostram que embora a mamografia a partir dos 40 anos seja essencial para o diagnóstico precoce, a adesão a este exame de imagem é ainda um dos obstáculos para vencer a doença.

A Pesquisa Nacional de Saúde 2013 (PNS), a mais recente disponível no país, aponta que 3,8 milhões de mulheres de 50 a 69 anos nunca realizaram mamografia, o que corresponde a 18,4% da população feminina nessa faixa etária.

Sinais de câncer e mama

A característica mais comum da doença é o surgimento de um nódulo nas mamas ou axilas geralmente indolor. Além disso, o paciente pode apresentar outros sinais menos frequentes como:

  • Inchaço de toda ou parte de uma mama (mesmo que não se sinta um nódulo)
  • Assimetria das mamas
  • Espessamento ou retração da pele ou do mamilo
  • Secreção pelos mamilos
  • Edema (inchaço) da pele
  • Eritema (vermelhidão) na pele
  • Inversão do mamilo
  • Inchaço do braço
  • Dor na mama ou mamilo

Como reduzir o risco do câncer de mama

A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função dos múltiplos fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis, mas além de realizar exames preventivos com frequência, a adoção de alguns hábitos de vida saudáveis, podem diminuir o risco; são eles:

  • Manter uma dieta balanceada, rica em frutas e vegetais e com pouca gordura;
  • Evitar fumar;
  • Quando amamentar, fazê-lo pelo maior número de meses possível;
  • Evitar ingestão alcoólica excessiva, mais de três drinques de alto teor alcoólico por dia
  • Praticar atividades físicas regulares, pelo menos por 1 hora, 3 dias por semana;
  • Evitar sobrepeso;

O Ministério da Saúde estima que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama.

Tratamento para câncer de mama

Para o tratamento de câncer de mama, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece todos os tipos de cirurgia, como mastectomias, cirurgias conservadoras e reconstrução mamária, além de radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e tratamento com anticorpos.

O tratamento da doença dependerá de vários fatores, como a localização do tumor, o tipo e a extensão da doença.

Abaixo, você confere os detalhes das modalidades de tratamento disponíveis:

Hormonoterapia

Muitos cânceres de mama crescem às custas do hormônio feminino chamado estrogênio. Então, a maioria  das hormonioterapias age diminuindo os níveis desse hormônio ou o impedindo de atuar sobre as células cancerígenas da mama.

Quimioterapia

Em alguns casos de câncer de mama, a quimioterapia é necessária e pode salvar vidas. Ela consiste na administração de medicamentos para destruir o câncer, que podem ser feito por via intravenosa (injeção numa veia) ou por via oral. A quimioterapia sistêmica é administrada na corrente sanguínea para poder atingir as células cancerígenas em todo o corpo.

Cirurgia conservadora da mama

Esse é um procedimento para retirar o tumor com uma margem de segurança, preservando a maior parte possível da mama. Trata-se de um procedimento que é muitas vezes uma opção de tratamento para mulheres com câncer de mama em estágio inicial.

Mastectomias – cirurgia para a retirada da mama

A mastectomia consiste na retirada cirúrgica de toda a mama. Muitas vezes, é realizada quando uma mulher não pode ser tratada com a cirurgia conservadora da mama (lumpectomia), que poupa a maior parte da mama. Também pode ser feita se uma mulher preferir a mastectomia sobre a cirurgia conservadora da mama por motivos pessoais.

Radioterapia

O tratamento utiliza radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor.

Nem todas as mulheres com câncer de mama têm indicação de radioterapia, que pode ser realizada nas seguintes situações:

  • Após a cirurgia conservadora da mama, para diminuir a chance da recidiva na mama ou nos linfonodos próximos.
  • Após uma mastectomia, especialmente se o tumor tinha mais que 5 cm de diâmetro ou se estava nos linfonodos.
  • Se o tumor estava disseminado para outros órgãos, como ossos ou cérebro.

Reconstrução mamária e a volta da autoestima

Em casos em que torna-se necessária a retirada da mama ou parte dela, é possível reconstruí-la a partir de uma cirurgia. O procedimento de reconstrução mamária é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Essa cirurgia ajuda a devolver autoestima, autoconfiança e qualidade de vida que geralmente são afetadas quando a mulher passa por esse momento tão delicado e desgastante, física e emocionalmente. Com o procedimento também é possível alcançar simetria estética da região.

A reconstrução mamária deve ser feita de acordo com a possibilidade clínica e preferência da mulher. A orientação, conforme previsto na Lei nº 12.802, é que a cirurgia de reconstrução, prioritariamente, seja realizada na retirada da mama. No entanto, de acordo com a própria legislação, quando não houver indicação clínica para realização dos dois procedimentos ao mesmo tempo, a paciente será encaminhada para acompanhamento e terá garantida a realização da cirurgia após alcançar as condições clínicas necessárias.

Em alguns casos, a reconstrução pode ser adiada em razão da necessidade de terapias adjuvantes, como radioterapia ou quimioterapia, ou ainda como objetivo de se evitar infecção ou rejeição da prótese.

Atente-se e compartilhe com as mulheres que você ama.

Até a próxima!!

E como se não bastasse os muitos casos de sarampo no país, agora é a vez da caxumba assustar a população.

Um dos principais motivos do aumento do número de casos da doença que estava sumida do mapa está associado à queda da vacinação. A imunização está abaixo do índice recomendado, que é de 95%, de acordo com o Ministério da Saúde.

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Para quem não se recorda, a caxumba já foi considerada uma das principais doenças “da infância”. Hoje para piorar está cada vez mais presente entre pessoas na faixa de idade entre 15 e 30 anos, que possivelmente não foram vacinadas quando crianças.

Todas as pessoas devem tomar duas doses da tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) durante a vida. A vacina faz parte do Calendário Nacional de Vacinação e pode ser tomada em qualquer posto de saúde gratuitamente.

O que é a caxumba?

A caxumba é uma infecção viral aguda e contagiosa. Pode atingir qualquer tecido glandular e nervoso do corpo humano, mas é mais comum afetar as glândulas parótidas, que produzem a saliva, ou as submandibulares e sublinguais, próximas ao ouvido.

A doença também é conhecida como Papeira e é universal, de alta morbidade e baixa letalidade, aparecendo sob a forma endêmica ou surtos.

Normalmente, a caxumba tem evolução benigna, mas em alguns raros casos pode apresentar complicações resultando em internações e até mesmo em morte.

Como a caxumba é transmitida?

A caxumba é causada por vírus da família Paramyxoviridae, gênero Paramyxovirus. A transmissão ocorre por via aérea, por meio da disseminação de gotículas, ou por contato direto com saliva de pessoas infectadas.

Já a transmissão indireta ocorre de maneira menos frequente. Pode ocorrer pelo contato com objetos e/ou utensílios contaminados com secreção do nariz e/ou boca.

Em relação ao período de incubação o período para aparecer os sintomas é de 12 a 25 dias, sendo, em média, 16 a 18 dias. Já o período de transmissão ocorre entre 6 e 7 dias antes das manifestações clínicas, até 9 dias após o surgimento dos sintomas. O vírus da caxumba pode ser encontrado na urina até 14 dias após o início da doença.

Quais são os sintomas da caxumba?

O principal e mais comum sintoma da caxumba é o aumento das glândulas salivares, acompanhado de febre. Cerca de 30% das infecções podem não apresentar aumento aparente dessas glândulas.

É comum que a infecção em homens adultos prove orquite (inflamação nos testículos) e mastite (infecção do tecido mamário) nas mulheres. Em um terço dos casos, a infecção não apresenta sintomas (assintomática) e adquire maior gravidade após adolescência, sendo a meningite e a epidídimoorquite duas importantes manifestações e complicações da doença, mas que geralmente não deixam sequelas.

Em menores de 5 anos de idade, são comuns sintomas das vias respiratórias e perda neurosensorial da audição. Outras complicações são encefalite e pancreatite. Não há relato de óbitos relacionados à parotidite. Além disso, a ocorrência da caxumba durante o primeiro trimestre da gestação pode ocasionar aborto espontâneo.

Os principais sintomas da caxumba são:

Inchaço e dor nas glândulas salivares, podendo ser em ambos os lados ou em apenas um deles.

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Fadiga e fraqueza
  • Perda de apetite
  • Dor ao mastigar e engolir.
  • Como é o tratamento da caxumba?

O tratamento da caxumba é baseado nos sintomas clínicos do paciente, com adequação da hidratação e alimentação, já que esses pacientes aceitam mal alimentos ácidos, que podem ocasionar dor, náuseas e até vômitos. Além disso, a boa higiene bucal é fundamental.

A caxumba é uma infecção viral e é tratada naturalmente pelo organismo. A indicação é apenas de repouso, medicamentos para dor e temperatura e observação cuidadosa para a possibilidade de aparecimento de complicações.

Nos casos que cursam com meningite asséptica, o tratamento também é sintomático. Nas encefalites, a orientação é tratar o edema cerebral e manter as funções vitais.

Felizmente, a maioria dos casos da caxumba tem recuperação natural e progressiva, sem grandes complicações, em até duas semanas. O médico deve ser sempre consultado em caso de dúvidas ou surgimento de outros sintomas.

Como é feito o diagnóstico da caxumba?

O diagnóstico da caxumba é basicamente clínico, com avaliação médica nas glândulas. Para confirmar, o profissional de saúde pode coletar uma amostra de sangue para confirmar a presença do vírus.

A confirmação laboratorial da caxumba vem no resultado desse exame de sangue, que apresenta anticorpos contra o paramixovírus, responsável por causar a doença.

Como prevenir a caxumba?

A vacinação é a única maneira de prevenir a caxumba. O Sistema Único de Saúde oferta gratuitamente as vacinas Tríplice Viral, que protegem contra sarampo, caxumba e rubéola, e Treta Viral, que adiciona a proteção contra varicela (catapora).

Adultos que não foram infectados pelo vírus da caxumba na infância ou na adolescência têm indicação de ser imunizados, com exceção de gestantes e imunodeprimidos graves.

Até a próxima!!