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EUA e Europa já usam a planta em diversos tratamentos

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Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) arquivou nessa terça-feira, a proposta sobre o plantio de Cannabis para fins medicinais e de pesquisa em território brasileiro.

Foi autorizada também a venda de medicamentos à base da planta em farmácias e drogarias sem manipulação do país, mediante a apresentação de receita médica. Desta maneira, pacientes poderão encontrar produtos para uso oral e nasal, em comprimidos ou líquidos, além de óleos.

A regulamentação passa a valer 90 dias após sua publicação no Diário Oficial da União e deverá ser revisada em até 3 anos. De acordo com à Anvisa, a medida ocorreu em razão do estágio técnico-científico, no qual se encontram os produtos à base de Cannabis mundialmente.

Vale ressaltar que as regras para a prescrição do produto irá variar de acordo com a concentração de tetra-hidrocanabinol (THC), principal substância  psicotrópica da Cannabis sativa.  No caso das formulações com concentração de THC menor que 0,2%, o produto deverá ser prescrito por meio de receituário tipo B, com numeração fornecida pela Vigilância Sanitária local e renovação de receita em até 60 (sessenta) dias.

Para os produtos com concentrações de THC superiores a 0,2% só poderão ser prescritos a pacientes terminais ou que tenham esgotado as alternativas terapêuticas de tratamento. Nesse cenário, o receituário para prescrição será do tipo A, fornecido pela Vigilância Sanitária local, padrão semelhante ao da morfina, por exemplo.

As diferenças nas regras de prescrição para as formulações foram estabelecidas após análise do perfil de segurança da substância e dos efeitos psicoativos do THC.

Esperança para inúmeros pacientes

O uso medicinal da Cannabis está presente em diversos países da Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, os pacientes que precisavam fazer tratamentos com os princípios ativos da planta precisavam importar os produtos.

A agência informou também que atualmente existem 14 mil pedidos de importação em andamento, com 12,5 mil solicitações já aprovadas. Em 2019 foram 5.321 pedidos de compra de remédios com canabidiol, 47% a mais que no ano passado.

Propriedade

A planta da Cannabis sativa possui mais de 500 substâncias ativas, dentre elas mais de 100 canabinoides. O CBD (Canabidiol) e o THC (Tetraidrocanabinol) são os mais estudados pelos cientistas, que descobriram que o CBD, não possui efeitos alucinógenos, não causa dependência química e pode ser usado no tratamento de doenças, como esclerose múltipla e principalmente as neurológicas refratárias que causam crises convulsivas.

Até a próxima!!

No embalo da revista Saúde, aqui vai a minha homenagem aos dentistas.

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Matéria colocada na íntegra.

O 25 de outubro marca o Dia do Dentista. Em homenagem à data, separamos as principais notícias dos últimos tempos sobre saúde bucal. São mensagens para você cuidar melhor dos dentes e, com isso, beneficiar a saúde do corpo inteiro. Confira:

Tratamentos

Higiene

Saúde bucal na infância e gestação

Cuide bem de sua saúde bucal e até a próxima!!

A luta contra qualquer câncer merece atenção o ano todo

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E neste mês a atenção fica mais evidente para o câncer de mama. E uma bela notícia é que cientistas da Mayo Clinic, nos Estados Unidos, realizam estudos de uma vacina que pode prevenir um tipo desse câncer.

De acordo com a instituição norte-americana, as atenções das pesquisas são no carcinoma ductal in situ, que é considerado uma forma inicial de câncer, pois as células malignas não atingem veias e vasos linfáticos.

O carcinoma ductal in situ não gera metástase, porém recomenda-se ter um tratamento em até 10 anos para não entrar na probabilidade que é de 30% de o tumor se agravar e atingir outros tecidos mamários.

A vacina em fase de desenvolvimento tem como foco a proteína HER2, que aparece na maior parte das mulheres com esse tipo de câncer de mama. Em caso de sucesso, a proteína poderia ser neutralizada e carcinomas resultantes dela seriam prevenidos.

CAUSA

Infelizmente não existe uma causa específica para a maioria dos casos de câncer de mama, o que existe são alguns fatores para serem analisados, como a menarca precoce, menopausa tardia, consumo excessivo de álcool e sedentarismo. Todos são considerados de alto risco.

QUAIS OS SINAIS

A característica mais comum da doença é o surgimento de um nódulo geralmente indolor na mama oi nas axilas. Existem casos também em que os pacientes apresentam outros sinais menos frequentes, como irritação.

Atenção para outros sinais:

  • Inchaço de toda ou parte de uma mama (mesmo que não se sinta um nódulo)
  • Edema (inchaço) da pele
  • Eritema (vermelhidão) na pele
  • Secreção sanguinolenta ou serosa pelos mamilos
  • Inchaço do braço
  • Dor na mama ou mamilo
  • Inversão do mamilo
  • Sensação de massa ou nódulo em uma das mamas
  • Sensação de nódulo aumentado na axila
  • Espessamento ou retração da pele ou do mamilo

Em relação ao tratamento, o mais utilizado é a quimioterapia, que é a forma mais rápida de barrar o crescimento do tumor.

Em casos mais graves, a cirurgia de retirada da mama também é importante para garantir que o tumor não volte ao local.

Vale ressaltar que atualmente, é possível fazer a reconstrução da mama com próteses de silicone gratuitamente pelo SUS.

Autoexame

  • O autoexame é recomendado  a partir dos 20 anos de idade;
  • O ideal é fazer a palpação das mamas entre o quarto e o sexto dias após o fim do fluxo menstrual;
  • Na frente do espelho, a mulher deve observar se há deformação ou alteração no formato das mamas, abaulamentos ou retrações e feridas ao redor do mamilo;
  • No banho ou deitada, a mulher deve observar a presença de caroços nas mamas ou axilas e secreção nos mamilos.
  • Mulheres que não menstruam devem fixar uma data para fazer a avaliação;
  • As mulheres devem fazer a apalpação dos seios em frente ao espelho e durante o banho ou deitadas;

É importante , em caso de encontrar um nódulo não se desesperar, afinal, isso não quer dizer que seja um câncer. Procure um médico para ter o diagnóstico após exames.

Saúde e até a próxima!!

Beber com moderação faz bem para a saúde

Seja qual for a sua bebida preferida, independente de ter ou não teor alcóolico, vale saber dos benefícios

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Eu por exemplo, sou um amante da água, das cervejas, caipirinhas e dos vinhos. Essa última, que recentemente mostrou que se consumida uma taça por dia da versão tinto pode até reduzir o risco de desenvolver a diabetes tipo 2.

Hoje trago mais uma bela notícia aos amantes do vinho tinto. O consumo de apenas uma taça na semana desta fantástica bebida pode fazer bem para as bactérias intestinais, assim, ajudaria a prevenir diversos problemas de saúde.

A informação é graças um estudo realizado pelo King’s College London, na Inglaterra, onde foi provado que o consumo de apenas uma taça de vinho tinto por semana já pode aumentar a diferença de boas bactérias no microbioma. Isso colabora para a redução do colesterol ruim e ter o peso sob controle.

É importante ressaltar que os pesquisadores afirmam que não é o álcool presente na bebida que garante o efeito positivo. Trata-se dos polifenóis do vinho tinto. Eles são os responsáveis em ajudar a alimentar as boas bactérias do microbioma. Fora isso, apenas o vinho tinto resultou em um microbioma mais diversificado.

Para quem não sabe, o microbioma é uma coleção de bactérias no intestino que tem um papel importante na saúde. Quando saudável, ele ajuda a digerir os alimentos e previne doenças.

Já um microbioma danificado ocasiona um mau funcionamento do sistema imunológico, aumento de peso, assim como do colesterol, entre outras coisas.

No caso de existirem muitas bactérias diferentes, o microbioma é considerado saudável, logo, de acordo com a pesquisa, o vinho tinto faz com que ocorra o aumento dessa diversidade.

Os resultados ainda permaneceram constantes mesmo após contabilizar fatores como dieta, nível socioeconômico e idade.

Então, bora abrir um vinho tinto e beber com moderação?

Até a próxima!!

O outubro rosa merece a atenção principalmente do público feminino.

O câncer de mama é uma coisa muita séria.

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Para se ter uma ideia, no Brasil são aproximadamente 60 mil novos casos por ano. Esse tipo de câncer é o segundo mais comum entre as mulheres no país e no mundo, perdendo apenas para o câncer de pele não melanoma.

O que vale a pena se atentar, após um diagnóstico positivo é que as chances de cura chegam a 95% dos casos quando o tumor é detectado no início.

Assim, a campanha Outubro Rosa que tem como objetivo conscientizar sobre a importância da prevenção e do tratamento correto do câncer de mama merece ser mais valorizado.

As pesquisas mostram que embora a mamografia a partir dos 40 anos seja essencial para o diagnóstico precoce, a adesão a este exame de imagem é ainda um dos obstáculos para vencer a doença.

A Pesquisa Nacional de Saúde 2013 (PNS), a mais recente disponível no país, aponta que 3,8 milhões de mulheres de 50 a 69 anos nunca realizaram mamografia, o que corresponde a 18,4% da população feminina nessa faixa etária.

Sinais de câncer e mama

A característica mais comum da doença é o surgimento de um nódulo nas mamas ou axilas geralmente indolor. Além disso, o paciente pode apresentar outros sinais menos frequentes como:

  • Inchaço de toda ou parte de uma mama (mesmo que não se sinta um nódulo)
  • Assimetria das mamas
  • Espessamento ou retração da pele ou do mamilo
  • Secreção pelos mamilos
  • Edema (inchaço) da pele
  • Eritema (vermelhidão) na pele
  • Inversão do mamilo
  • Inchaço do braço
  • Dor na mama ou mamilo

Como reduzir o risco do câncer de mama

A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função dos múltiplos fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis, mas além de realizar exames preventivos com frequência, a adoção de alguns hábitos de vida saudáveis, podem diminuir o risco; são eles:

  • Manter uma dieta balanceada, rica em frutas e vegetais e com pouca gordura;
  • Evitar fumar;
  • Quando amamentar, fazê-lo pelo maior número de meses possível;
  • Evitar ingestão alcoólica excessiva, mais de três drinques de alto teor alcoólico por dia
  • Praticar atividades físicas regulares, pelo menos por 1 hora, 3 dias por semana;
  • Evitar sobrepeso;

O Ministério da Saúde estima que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama.

Tratamento para câncer de mama

Para o tratamento de câncer de mama, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece todos os tipos de cirurgia, como mastectomias, cirurgias conservadoras e reconstrução mamária, além de radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e tratamento com anticorpos.

O tratamento da doença dependerá de vários fatores, como a localização do tumor, o tipo e a extensão da doença.

Abaixo, você confere os detalhes das modalidades de tratamento disponíveis:

Hormonoterapia

Muitos cânceres de mama crescem às custas do hormônio feminino chamado estrogênio. Então, a maioria  das hormonioterapias age diminuindo os níveis desse hormônio ou o impedindo de atuar sobre as células cancerígenas da mama.

Quimioterapia

Em alguns casos de câncer de mama, a quimioterapia é necessária e pode salvar vidas. Ela consiste na administração de medicamentos para destruir o câncer, que podem ser feito por via intravenosa (injeção numa veia) ou por via oral. A quimioterapia sistêmica é administrada na corrente sanguínea para poder atingir as células cancerígenas em todo o corpo.

Cirurgia conservadora da mama

Esse é um procedimento para retirar o tumor com uma margem de segurança, preservando a maior parte possível da mama. Trata-se de um procedimento que é muitas vezes uma opção de tratamento para mulheres com câncer de mama em estágio inicial.

Mastectomias – cirurgia para a retirada da mama

A mastectomia consiste na retirada cirúrgica de toda a mama. Muitas vezes, é realizada quando uma mulher não pode ser tratada com a cirurgia conservadora da mama (lumpectomia), que poupa a maior parte da mama. Também pode ser feita se uma mulher preferir a mastectomia sobre a cirurgia conservadora da mama por motivos pessoais.

Radioterapia

O tratamento utiliza radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor.

Nem todas as mulheres com câncer de mama têm indicação de radioterapia, que pode ser realizada nas seguintes situações:

  • Após a cirurgia conservadora da mama, para diminuir a chance da recidiva na mama ou nos linfonodos próximos.
  • Após uma mastectomia, especialmente se o tumor tinha mais que 5 cm de diâmetro ou se estava nos linfonodos.
  • Se o tumor estava disseminado para outros órgãos, como ossos ou cérebro.

Reconstrução mamária e a volta da autoestima

Em casos em que torna-se necessária a retirada da mama ou parte dela, é possível reconstruí-la a partir de uma cirurgia. O procedimento de reconstrução mamária é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Essa cirurgia ajuda a devolver autoestima, autoconfiança e qualidade de vida que geralmente são afetadas quando a mulher passa por esse momento tão delicado e desgastante, física e emocionalmente. Com o procedimento também é possível alcançar simetria estética da região.

A reconstrução mamária deve ser feita de acordo com a possibilidade clínica e preferência da mulher. A orientação, conforme previsto na Lei nº 12.802, é que a cirurgia de reconstrução, prioritariamente, seja realizada na retirada da mama. No entanto, de acordo com a própria legislação, quando não houver indicação clínica para realização dos dois procedimentos ao mesmo tempo, a paciente será encaminhada para acompanhamento e terá garantida a realização da cirurgia após alcançar as condições clínicas necessárias.

Em alguns casos, a reconstrução pode ser adiada em razão da necessidade de terapias adjuvantes, como radioterapia ou quimioterapia, ou ainda como objetivo de se evitar infecção ou rejeição da prótese.

Atente-se e compartilhe com as mulheres que você ama.

Até a próxima!!

E como se não bastasse os muitos casos de sarampo no país, agora é a vez da caxumba assustar a população.

Um dos principais motivos do aumento do número de casos da doença que estava sumida do mapa está associado à queda da vacinação. A imunização está abaixo do índice recomendado, que é de 95%, de acordo com o Ministério da Saúde.

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Para quem não se recorda, a caxumba já foi considerada uma das principais doenças “da infância”. Hoje para piorar está cada vez mais presente entre pessoas na faixa de idade entre 15 e 30 anos, que possivelmente não foram vacinadas quando crianças.

Todas as pessoas devem tomar duas doses da tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) durante a vida. A vacina faz parte do Calendário Nacional de Vacinação e pode ser tomada em qualquer posto de saúde gratuitamente.

O que é a caxumba?

A caxumba é uma infecção viral aguda e contagiosa. Pode atingir qualquer tecido glandular e nervoso do corpo humano, mas é mais comum afetar as glândulas parótidas, que produzem a saliva, ou as submandibulares e sublinguais, próximas ao ouvido.

A doença também é conhecida como Papeira e é universal, de alta morbidade e baixa letalidade, aparecendo sob a forma endêmica ou surtos.

Normalmente, a caxumba tem evolução benigna, mas em alguns raros casos pode apresentar complicações resultando em internações e até mesmo em morte.

Como a caxumba é transmitida?

A caxumba é causada por vírus da família Paramyxoviridae, gênero Paramyxovirus. A transmissão ocorre por via aérea, por meio da disseminação de gotículas, ou por contato direto com saliva de pessoas infectadas.

Já a transmissão indireta ocorre de maneira menos frequente. Pode ocorrer pelo contato com objetos e/ou utensílios contaminados com secreção do nariz e/ou boca.

Em relação ao período de incubação o período para aparecer os sintomas é de 12 a 25 dias, sendo, em média, 16 a 18 dias. Já o período de transmissão ocorre entre 6 e 7 dias antes das manifestações clínicas, até 9 dias após o surgimento dos sintomas. O vírus da caxumba pode ser encontrado na urina até 14 dias após o início da doença.

Quais são os sintomas da caxumba?

O principal e mais comum sintoma da caxumba é o aumento das glândulas salivares, acompanhado de febre. Cerca de 30% das infecções podem não apresentar aumento aparente dessas glândulas.

É comum que a infecção em homens adultos prove orquite (inflamação nos testículos) e mastite (infecção do tecido mamário) nas mulheres. Em um terço dos casos, a infecção não apresenta sintomas (assintomática) e adquire maior gravidade após adolescência, sendo a meningite e a epidídimoorquite duas importantes manifestações e complicações da doença, mas que geralmente não deixam sequelas.

Em menores de 5 anos de idade, são comuns sintomas das vias respiratórias e perda neurosensorial da audição. Outras complicações são encefalite e pancreatite. Não há relato de óbitos relacionados à parotidite. Além disso, a ocorrência da caxumba durante o primeiro trimestre da gestação pode ocasionar aborto espontâneo.

Os principais sintomas da caxumba são:

Inchaço e dor nas glândulas salivares, podendo ser em ambos os lados ou em apenas um deles.

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Fadiga e fraqueza
  • Perda de apetite
  • Dor ao mastigar e engolir.
  • Como é o tratamento da caxumba?

O tratamento da caxumba é baseado nos sintomas clínicos do paciente, com adequação da hidratação e alimentação, já que esses pacientes aceitam mal alimentos ácidos, que podem ocasionar dor, náuseas e até vômitos. Além disso, a boa higiene bucal é fundamental.

A caxumba é uma infecção viral e é tratada naturalmente pelo organismo. A indicação é apenas de repouso, medicamentos para dor e temperatura e observação cuidadosa para a possibilidade de aparecimento de complicações.

Nos casos que cursam com meningite asséptica, o tratamento também é sintomático. Nas encefalites, a orientação é tratar o edema cerebral e manter as funções vitais.

Felizmente, a maioria dos casos da caxumba tem recuperação natural e progressiva, sem grandes complicações, em até duas semanas. O médico deve ser sempre consultado em caso de dúvidas ou surgimento de outros sintomas.

Como é feito o diagnóstico da caxumba?

O diagnóstico da caxumba é basicamente clínico, com avaliação médica nas glândulas. Para confirmar, o profissional de saúde pode coletar uma amostra de sangue para confirmar a presença do vírus.

A confirmação laboratorial da caxumba vem no resultado desse exame de sangue, que apresenta anticorpos contra o paramixovírus, responsável por causar a doença.

Como prevenir a caxumba?

A vacinação é a única maneira de prevenir a caxumba. O Sistema Único de Saúde oferta gratuitamente as vacinas Tríplice Viral, que protegem contra sarampo, caxumba e rubéola, e Treta Viral, que adiciona a proteção contra varicela (catapora).

Adultos que não foram infectados pelo vírus da caxumba na infância ou na adolescência têm indicação de ser imunizados, com exceção de gestantes e imunodeprimidos graves.

Até a próxima!!

O AVC é umas das maiores causas de mortes no Brasil

Existem dois tipos de AVC – o isquêmico e o hemorrágico

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Você conhece ou já ouviu falar do AVC? Pois bem, o Acidente Vascular Cerebral é caracterizado pela obstrução total ou rompimento dos vasos sanguíneos do sistema nervoso.

É inclusive um dos principais responsáveis a deixar as pessoas sem condições de certas tarefas e capacitação no dia a dia.

No Brasil é sem dúvida uma das maiores causas de morte, chegando ao impressionante número de fazer com que cerca de 70% dos pacientes que não morrem sofrerem com as sequelas.

Existem dois tipos de AVC – O isquêmico e o hemorrágico. No primeiro que também é conhecido como derrame, ocorre quando há uma obstrução arterial que impede a chegada de sangue e, portanto, oxigênio a diferentes regiões do cérebro, causando a morte dos neurônios.

Já o do tipo hemorrágico é caracterizado pela hemorragia resultante da ruptura de um vaso no cérebro e causado, principalmente, por pressão alta e distúrbios que fragilizam as artérias cerebrais e do encéfalo.

Sintomas de um AVC

O AVC em muitos casos deixa sequelas e nem sempre sabemos quais são elas. De acordo com Carlos Bosco Marx, neurologista do Hospital Sepaco, entre os sinais mais comuns e precoces de AVC estão:

  • Fraqueza ou formigamento na face
  • Fraqueza ou formigamento no braço ou na perna e em um lado do corpo
  • Confusão mental
  • Alteração da fala ou compreensão da linguagem
  • Alterações visuais (perda súbita/escurecimento visual)
  • Alteração do equilíbrio
  • Perda de coordenação motora
  • Tonturas
  • Dor de cabeça súbita e intensa, sem causa aparente

O paciente que por acaso sinta qualquer um desses sintomas, deve anotar o horário em que começaram e procurar imediatamente ajuda médica

O atendimento rápido é primordial, uma vez que é possível utilizar um medicamento para dissolver o coágulo que obstrui a artéria cerebral causadora dos sinais, o que resulta na boa recuperação neurológica com baixo índice de sequelas.

Como evitar um AVC

É claro que nem sempre seguir alguns cuidados é certeza de evitar um AVC, só que por que não fazer a nossa parte?

Os fatores de risco estão presentes na doença vascular periférica, doenças cardíacas, tabagismo, hipertensão arterial, diabetes, sedentarismo, colesterol alto, uso de anticoncepcionais, álcool e drogas ilícitas.

Por isso vale se atentar se você faz bem esse controle. Pense nisso e a longevidade agradece.

Até a próxima!

A erva ajuda entre outras coisas a combater o reumatismo

Muitos talvez nunca ouviram falar do poder da Sálvia. E acredite, essa erva é poderosa no combate a algumas doenças.

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Alimentos que combatem as dores de garganta

Para aqueles que buscam um aliado para combater o cálculo renal, ácido úrico e até mesmo o reumatismo, agora podem viver essa experiência de utilizar a sálvia. Ela é considerada uma das mais maravilhosas medicinas caseiras.

Principais propriedades:

Flavonoides: responsáveis por variadas atividades hormonais, anti-inflamatórias, antimicrobianas e antioxidantes.

Taninos: apresentam atividade expectorante, bactericida, fungicida, antitumoral e cicatrizante.

A erva pode ser utilizada de diversas maneiras – Anti inflamatória, calmante, diurético, estimulante, expectorante e até como antioxidante.

Ela pode ser consumida através de extratos, forma natural ou como óleo, uma vez que o da sálvia contém cânfora, cineol, alfa e beta-tujona, substâncias essas que ajudam no tratamento de hemorragias, úlceras e entorses.

Para quem gosta de chá, o dessa erva colabora para a limpeza nas vias respiratórias, impede a formação de pedras nos rins e ainda dissolvem os resíduos que provocam o ácido úrico.

A sálvia também é indicada para fortalecer o sistema nervoso e melhoria da memória. Para estas condições, recomenda-se beber 5ml de extrato de sálvia, misturados em um copo de água, 3 vezes ao dia.

No caso das úlceras, ou feridas na pele, é recomendado passar a sálvia concentrada no local.

A sálvia ajuda a curar a dor de garganta. Basta fazer um gargarejo com um punhado de sálvia bem amassada e misturar num copo de água.

No caso das vias respiratórias, ela também é indicada para tratar desordens no pulmão e para a sinusite. Você pode esmagar o equivalente a uma mão cheia de folhas frescas, colocar para ferver em um litro de água, e depois fazer uma inalação do vapor.

Aprenda a fazer o chá de Sálvia:

Ingredientes

·         1 colher de chá de sálvia

·         1 xícara de chá de água fervente.

Modo de preparo

Ferva a água e, depois, desligue o fogo. Despeje a erva na água e deixe abafada por 5 minutos. Depois é só consumir.

Quanto tomar?

Tomar de 3 a 4 xícaras de chá ao dia.

RESUMO SIMPLES

Parte utilizada: folhas e flores.

Principais indicações: gripe, resfriados, vômitos, gases, inflamações da boca e da garganta, problemas de digestão, tônico do coração e diabetes. 

Contraindicações:

A sálvia não é recomendada durante a gestação, o aleitamento, para portadores de epilepsia e durante o uso de medicamento para o coração. Pode ser tóxica em altas doses.

E lembre-se Vale consultar um médico, naturopata ou nutricionista para obter a posologia correta, tanto no uso oral quanto no uso tópico.

Até a próxima!!

 

 

Depressão é uma doença que aumenta mais a cada dia

Uma maneira de tratamento é procurar ajuda ao invés de se isolar no problema

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De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão afeta aproximadamente 350 milhões de pessoas em todo o mundo. Assim, fica menos complicado entender porque o transtorno é considerado a maior causa de suicídios no planeta.

O pior de tudo isso é que muitos que possuem a doença não sabem. Uma dessas razões, segundo Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) é a dificuldade de relacionar a doença com os sintomas da depressão, que podem ser:

·         Apatia

·         Falta de motivação

·         Medos que antes não existiam

·         Dificuldade de concentração

·         Perda ou aumento de apetite

·         Alto grau de pessimismo

·         Indecisão

·         Insegurança

·         Insônia

·         Falta de vontade em fazer atividades antes prazerosas

·         Sensação de vazio

·         Irritabilidade

·         Raciocínio mais lento

·         Esquecimento

·         Ansiedade

·         Angústia

O indivíduo também pode apresentar alguns sintomas físicos de depressão que os médicos não conseguem encontrar causas aparentes, como:

·         Dores de barriga

·         Má digestão

·         Azia

·         Constipação

·         Flatulência

·         Tensão na nuca e nos ombros

·         Dores de cabeça

·         Dores no corpo

·         Pressão no peito

Agora pasme.  O diagnóstico pode se tornar menos desafiador com um novo algoritmo, desenvolvido por pesquisadores do Canadá, capaz de detectar sinais de depressão no timbre de voz de uma pessoa.

Baseada em trabalhos científicos anteriores que indicam que o timbre de voz de um indivíduo pode trazer informações sobre seu humor, os estudiosos criaram uma metodologia que combina diferentes algoritmos para reconhecer, por meio de sinais acústicos, possíveis indícios de depressão.

Os pesquisadores esperam que com esse novo recurso, seja desenvolvida uma espécie de “teste caseiro de depressão”. O objetivo é transformar a descoberta em um aplicativo para celular que coletaria a voz da pessoa enquanto ela fala ao telefone e, rastreando os indicadores de humor, indicar sinais de uma possível depressão.

A depressão infelizmente não tem cura definitiva, porém pode ser tratada por meio de combinação de medicamentos e terapia e ter seus sintomas controlados, garantindo ao paciente uma vida livre de sintomas.

Até a próxima e cuide-se.

 Inverno colabora para o aumento das dores de garganta

É sabido que basta o clima ficar um pouco mais frio para que as indesejáveis dores de garganta apareçam.

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Umas das principais causas desse problema se dá pela variação de temperatura. E a dor de garganta causa muitos inconvenientes como baixa da imunidade, aumento do ar seco, infecções, desidratação e inflamações.

Abaixo seleciono alguns alimentos que te ajudarão na prevenção das dores de garganta.

Mel – Esse alimento possui a capacidade de aliviar dores e cuidar da saúde da garganta, fortalecendo e evitando a ação de bactérias no local. Ele pode ser consumido puro ou adicionado em sucos e chás como açúcar. É importante ressaltar que seu consumo deve ser moderado.

Gengibre – Essa é uma raiz poderosa, uma vez que possui propriedades anti-inflamatórias. O gengibre é um alimento termogênico e também ajuda na perda de peso. Pode ser usado como chá, junto com mel, puro, como tempero e até como balas.

Maçã – Essa é uma fruta que ajuda a limpar a garganta e todo o caminho até a faringe.

É excelente para a saúde da voz das pregas vocais.

Couve – A verdura ajuda a manter a imunidade alta e é rica em vitaminas, cálcio e ferro. Possui ainda propriedades cicatrizantes e pode ser consumida de diversas maneiras, como em saladas, sopas e sucos.

Alho – Alimento ótimo para a saúde das vias respiratórias. Possui propriedades antibacterianas e são eficazes para as dores de garganta.

Cenoura – Colabora para manter o sistema imunológico em alta. Pode ser consumida crua ou cozida. Ela é rica em vitaminas, como A, C e K, além de conter minerais importantes, como o potássio.

Cebola – Possui propriedades anti-inflamatórias e ajuda a eliminar o excesso de muco na garganta. É indicada também para quem têm sinusite. A cebola também é rica em vitaminas e diminui o risco de doenças cardíacas.

É importante que o indivíduo, em caso de muita dor, procure um profissional da área. Esse é o otorrino.

Até a próxima!!