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A erva ajuda entre outras coisas a combater o reumatismo

Muitos talvez nunca ouviram falar do poder da Sálvia. E acredite, essa erva é poderosa no combate a algumas doenças.

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Para aqueles que buscam um aliado para combater o cálculo renal, ácido úrico e até mesmo o reumatismo, agora podem viver essa experiência de utilizar a sálvia. Ela é considerada uma das mais maravilhosas medicinas caseiras.

Principais propriedades:

Flavonoides: responsáveis por variadas atividades hormonais, anti-inflamatórias, antimicrobianas e antioxidantes.

Taninos: apresentam atividade expectorante, bactericida, fungicida, antitumoral e cicatrizante.

A erva pode ser utilizada de diversas maneiras – Anti inflamatória, calmante, diurético, estimulante, expectorante e até como antioxidante.

Ela pode ser consumida através de extratos, forma natural ou como óleo, uma vez que o da sálvia contém cânfora, cineol, alfa e beta-tujona, substâncias essas que ajudam no tratamento de hemorragias, úlceras e entorses.

Para quem gosta de chá, o dessa erva colabora para a limpeza nas vias respiratórias, impede a formação de pedras nos rins e ainda dissolvem os resíduos que provocam o ácido úrico.

A sálvia também é indicada para fortalecer o sistema nervoso e melhoria da memória. Para estas condições, recomenda-se beber 5ml de extrato de sálvia, misturados em um copo de água, 3 vezes ao dia.

No caso das úlceras, ou feridas na pele, é recomendado passar a sálvia concentrada no local.

A sálvia ajuda a curar a dor de garganta. Basta fazer um gargarejo com um punhado de sálvia bem amassada e misturar num copo de água.

No caso das vias respiratórias, ela também é indicada para tratar desordens no pulmão e para a sinusite. Você pode esmagar o equivalente a uma mão cheia de folhas frescas, colocar para ferver em um litro de água, e depois fazer uma inalação do vapor.

Aprenda a fazer o chá de Sálvia:

Ingredientes

·         1 colher de chá de sálvia

·         1 xícara de chá de água fervente.

Modo de preparo

Ferva a água e, depois, desligue o fogo. Despeje a erva na água e deixe abafada por 5 minutos. Depois é só consumir.

Quanto tomar?

Tomar de 3 a 4 xícaras de chá ao dia.

RESUMO SIMPLES

Parte utilizada: folhas e flores.

Principais indicações: gripe, resfriados, vômitos, gases, inflamações da boca e da garganta, problemas de digestão, tônico do coração e diabetes. 

Contraindicações:

A sálvia não é recomendada durante a gestação, o aleitamento, para portadores de epilepsia e durante o uso de medicamento para o coração. Pode ser tóxica em altas doses.

E lembre-se Vale consultar um médico, naturopata ou nutricionista para obter a posologia correta, tanto no uso oral quanto no uso tópico.

Até a próxima!!

 

 

Depressão é uma doença que aumenta mais a cada dia

Uma maneira de tratamento é procurar ajuda ao invés de se isolar no problema

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De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão afeta aproximadamente 350 milhões de pessoas em todo o mundo. Assim, fica menos complicado entender porque o transtorno é considerado a maior causa de suicídios no planeta.

O pior de tudo isso é que muitos que possuem a doença não sabem. Uma dessas razões, segundo Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) é a dificuldade de relacionar a doença com os sintomas da depressão, que podem ser:

·         Apatia

·         Falta de motivação

·         Medos que antes não existiam

·         Dificuldade de concentração

·         Perda ou aumento de apetite

·         Alto grau de pessimismo

·         Indecisão

·         Insegurança

·         Insônia

·         Falta de vontade em fazer atividades antes prazerosas

·         Sensação de vazio

·         Irritabilidade

·         Raciocínio mais lento

·         Esquecimento

·         Ansiedade

·         Angústia

O indivíduo também pode apresentar alguns sintomas físicos de depressão que os médicos não conseguem encontrar causas aparentes, como:

·         Dores de barriga

·         Má digestão

·         Azia

·         Constipação

·         Flatulência

·         Tensão na nuca e nos ombros

·         Dores de cabeça

·         Dores no corpo

·         Pressão no peito

Agora pasme.  O diagnóstico pode se tornar menos desafiador com um novo algoritmo, desenvolvido por pesquisadores do Canadá, capaz de detectar sinais de depressão no timbre de voz de uma pessoa.

Baseada em trabalhos científicos anteriores que indicam que o timbre de voz de um indivíduo pode trazer informações sobre seu humor, os estudiosos criaram uma metodologia que combina diferentes algoritmos para reconhecer, por meio de sinais acústicos, possíveis indícios de depressão.

Os pesquisadores esperam que com esse novo recurso, seja desenvolvida uma espécie de “teste caseiro de depressão”. O objetivo é transformar a descoberta em um aplicativo para celular que coletaria a voz da pessoa enquanto ela fala ao telefone e, rastreando os indicadores de humor, indicar sinais de uma possível depressão.

A depressão infelizmente não tem cura definitiva, porém pode ser tratada por meio de combinação de medicamentos e terapia e ter seus sintomas controlados, garantindo ao paciente uma vida livre de sintomas.

Até a próxima e cuide-se.

 Inverno colabora para o aumento das dores de garganta

É sabido que basta o clima ficar um pouco mais frio para que as indesejáveis dores de garganta apareçam.

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Umas das principais causas desse problema se dá pela variação de temperatura. E a dor de garganta causa muitos inconvenientes como baixa da imunidade, aumento do ar seco, infecções, desidratação e inflamações.

Abaixo seleciono alguns alimentos que te ajudarão na prevenção das dores de garganta.

Mel – Esse alimento possui a capacidade de aliviar dores e cuidar da saúde da garganta, fortalecendo e evitando a ação de bactérias no local. Ele pode ser consumido puro ou adicionado em sucos e chás como açúcar. É importante ressaltar que seu consumo deve ser moderado.

Gengibre – Essa é uma raiz poderosa, uma vez que possui propriedades anti-inflamatórias. O gengibre é um alimento termogênico e também ajuda na perda de peso. Pode ser usado como chá, junto com mel, puro, como tempero e até como balas.

Maçã – Essa é uma fruta que ajuda a limpar a garganta e todo o caminho até a faringe.

É excelente para a saúde da voz das pregas vocais.

Couve – A verdura ajuda a manter a imunidade alta e é rica em vitaminas, cálcio e ferro. Possui ainda propriedades cicatrizantes e pode ser consumida de diversas maneiras, como em saladas, sopas e sucos.

Alho – Alimento ótimo para a saúde das vias respiratórias. Possui propriedades antibacterianas e são eficazes para as dores de garganta.

Cenoura – Colabora para manter o sistema imunológico em alta. Pode ser consumida crua ou cozida. Ela é rica em vitaminas, como A, C e K, além de conter minerais importantes, como o potássio.

Cebola – Possui propriedades anti-inflamatórias e ajuda a eliminar o excesso de muco na garganta. É indicada também para quem têm sinusite. A cebola também é rica em vitaminas e diminui o risco de doenças cardíacas.

É importante que o indivíduo, em caso de muita dor, procure um profissional da área. Esse é o otorrino.

Até a próxima!!

 

 

Vacina contra AIDS é testada com sucesso

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Divido com vocês, na íntegra, a matéria que saiu no blog da Amazônia.

Um novo relatório divulgado por cientistas indica que cinco pacientes com HIV não tem mais o vírus há sete meses graças a uma vacina. O tratamento foi desenvolvido por pesquisadores na Espanha e faz com que os pacientes não precisem tomar os comprimidos anti retrovirais para suprimir os efeitos do HIV. O teste ainda não foi feito em larga escala, mas há, de fato, a chance de a vacina ser uma cura.

Esse é o primeiro passo em direção ao sucesso de uma vacina contra o HIV em 30 anos. A busca por uma vacina contra AIDS já gerou grandes investimentos e estudo intensivo, mas, até o momento, não havia nenhuma no mercado.

“Isso é prova do conceito de que, através da vacinação terapêutica, é possível reeducar nossas células para controlar o vírus”, disse a doutora Beatriz Mothe, do Instituto IrsiCaixa Aids de Pesquisa de Barcelona ao jornal britânico Daily Mail.  A ideia é ajudar pessoas infectadas a pararem de usar drogas no controle do vírus por meses ou até anos.

De acordo com o jornal britânico The Independent, o fato do vírus ter sido suprimido e sem gerar a necessidade de uso de drogas diárias vem por meio da técnica inovadora que combina duas vacinas contra o HIV a uma droga usada no tratamento do câncer. Por três anos, a técnica foi desenvolvida. Ao todo, 24 pessoas participaram do estudo, e em cinco deles o vírus ficou não foi mais detectado.

A vacina ainda impediu a propagação do vírus no sistema imunológico. Existem pacientes livres do uso de medicamentos há sete meses. “Sistemas de longo prazo que não exigem o uso de remédios realmente podem ajudar 37 milhões de pessoas com HIV. Podemos ter a chance de frear a epidemia”, afirmou Mitchell Warren, diretor executivo da Aids Vaccine Advocacy Coalition, grupo que defende a propagação da vacina.

Para ele, apesar de em pequena escala, o estudo foi bastante “interessante e importante”. A vacina terapêutica funciona de forma distinta às vacinas de prevenção e imunização. “A ideia da vacina é controlar o vírus sem que tenha que tomar remédio todos os dias. Isso já é um grande avanço”, acrescentou Warren. Os participantes do estudo seguirão sendo monitorados e testados por três anos.

Até a próxima!!

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL É COISA SÉRIA E FUNDAMENTAL

DENTRE OS EXISTENTES ESTÃO OS ALIMENTOS CONSTRUTORES

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E você sabe o que são esses alimentos? Os alimentos construtores são aqueles considerados boas fontes de proteínas. Entre eles estão as carnes, o leite e seus derivados, os ovos e as leguminosas.

Esses alimentos são responsáveis pela construção de novos tecidos no organismo e também na cicatrização da pele.

Pela sua importância a saúde, esse grupo de alimentos devem sempre fazer parte da alimentação diária, uma vez que o nosso organismo necessita de propriedades construtoras em todas as fases da vida.

Os alimentos construtores são ricos em proteínas  e fazem parte de alguns processos importantes no organismo ao longo da vida e a correta ingestão deve ser feita desde a gestação.

Entre as funções estão o crescimento e manutenção de cabelos, unhas, dentes e pele, proteção dos órgãos internos, formação de articulações e ligamentos, transporte de nutrientes e oxigênio são alguns papéis que a proteína desempenha no nosso corpo.

Desde a barriga da mãe é importante absorver esse grupo de alimentos. Assim, como na fase adulta, uma vez que é necessário repor as células, restaurar ou renovar tecidos, além de manter todos os sistemas funcionando.

O consumo de alimentos construtores durante a juventude e fase adulta colabora para manter ou ganhar massa magra e evitar a perda muscular durante o envelhecimento.

Os alimentos construtores também estão presentes nas opções vegetais. Vale mesmo é ter uma alimentação equilibrada com vitaminas e minerais.

Os alimentos construtores de origem vegetal são aqueles derivados da terra. São as leguminosas e as oleaginosas, que também são ricas em proteína. Entre eles estão:

·         Arroz integral;

·         Milho;

·         Quinoa.

·         Feijão, soja, ervilha, lentilha e grão-de-bico;

·         Castanha de caju, castanha do pará;

·         Amendoim, amêndoas, avelã e nozes;

Todos esses alimentos possuem fibras, vitaminas do complexo B e minerais, como ferro, zinco e cálcio. São ótimos para manter uma alimentação saudável.

Para as pessoas vegetarianas ou veganas, é importante que exista um cuidado especial para repor os nutrientes construtores através das fontes de proteína vegetal.

Ao contrário do que muitos pensam, é possível ter uma ingestão proteica completa sem o consumo de carne, leite e até ovos.

O que acontece é que os alimentos de origem animal possuem concentrações maiores de proteína do que os de origem vegetal.

Mas ao aumentar o consumo de vegetais que fazem parte dos alimentos construtores e combiná-los entre si (diversificando a alimentação), é possível suprir as necessidades de maneira simples.

Já os produtos de origem animal, como leite, carnes e ovos, são fontes proteicas. Muitas pessoas têm na rotina esses alimentos que são benéficos ao organismo.

Entre os alimentos construtores de origem animal estão:

·         Ovos;

·         Leite;

·         Iogurte;

·         Carne vermelha e branca;

·         Peixes, crustáceos e moluscos;

·         Queijos.

Preste atenção na sua alimentação e se mantenha saudável para alcançar a longevidade de forma plena.

Até a próxima!!

 

Julho se inicia e com ele mais uma ação de conscientização da população

A hora agora é de se ligar e se juntar à prevenção e aos cuidados com as hepatites.

Saiba mais sobre a campanha do julho amarelo

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Sancionada e publicada no dia 11 de janeiro de 2019 no Diário Oficial da União, a Lei 13.802 institui julho como o mês de combate às hepatites virais A, B e C. Então será bem comum ver nesse mês muitos tons amarelos com o objetivo de fortalecer a importância dos cuidados e prevenção das doenças.

Agora você sabia que foi apenas na 63ª Assembleia Mundial da Saúde, realizada em maio de 2010, que entidades de saúde alertaram sobre os perigos e a necessidade de divulgar mais as infecções virais?

Essas infecções por muito afeta a qualidade de vida das populações e a saúde pública como um todo e graças a campanha, isso vem diminuindo.

O Ministério da Saúde tem um papel importante nisso tudo, uma vez que promove campanhas e estimula a disseminação de informações sobre prevenção, sintomas e tratamentos das hepatites.

Fora isso, a união do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde organiza, todos os anos, iniciativas de enfrentamento necessárias à sociedade.

Dados do ministério indica que aproximadamente de 2 milhões de pessoas têm hepatite viral crônica e não sabem da condição.

E o que são as Hepatites Virais?

Trata-se de um grupo de doenças provocadas por vírus que provocam inflamações no fígado e, se não tratadas, levam a complicações irreversíveis.

São 5 tipos ou classes do agente infeccioso — A, B, C, D e E — que estão presentes em todo o mundo. Aqui no Brasil, as mais comuns são as dos tipos A, B e C.

Estima-se que no mundo são aproximadamente 400 milhões de pessoas cronicamente infectadas pelo vírus das hepatites B e C. Fora isso, outras 1,4 milhão têm o vírus do tipo A.

O mais curioso é que na maioria das vezes, o paciente não sabe que é portador da doença, uma vez que mesmo infectado, o organismo não manifesta sintomas.

Desta maneira, muitos ficam doentes sem saber e se complicam silenciosamente podendo ser bem graves, como casos de cirrose hepática e câncer hepático.

CONHEÇA CADA UM DOS TIPOS

Hepatite A 

A hepatite A também é conhecida como hepatite infecciosa. A via de transmissão do agente é por meio da ingestão de água ou alimentos contaminados, ou ainda pelo contato fecal-oral, em que a pessoa fica exposta às fezes contaminadas.

Geralmente, a condição não apresenta sintomas e quando diagnosticadas, podem causar cansaço, febre, dores abdominais, vômitos, pele e olhos amarelados, além de alteração na cor das fezes e da urina.

Um exame de sangue é o suficiente para saber se contraiu ou não a doença. O tratamento também é mais tranquilo se feito corretamente. A cura é total e são poucas as chances de complicação.

O tipo A tem vacina, sendo um meio eficaz de prevenção, além da higienização correta de alimentos e consumo de água potável.

Hepatite B

O tipo B da hepatite é sexualmente transmissível, sendo este um dos modos mais comuns de infecção.

A transmissão do vírus também pode ocorrer durante a gestação — de mãe para o filho —, no parto ou na amamentação, no compartilhamento de objetos pessoas — lâminas, alicates de cutícula, seringas —, além da transfusão de sangue.

O quadro é, geralmente, assintomático, ainda que sintomas brandos, como cansaço, vômitos, febre, pele e olhos amarelados possam se manifestar.

Exames de sangue detectam a existência ou não da doença. O tratamento pode necessitar de medicamentos.

A hepatite B tem vacina disponível nas Unidades de Saúde, sendo necessárias 3 doses para a imunização.

Hepatite C

A hepatite C é frequentemente transmitida por transfusão de sangue e compartilhamento de objetos pessoas, como lâminas de barbear, agulhas, escovas de dente, alicates de cutícula ou outros objetos usados para perfuração (como agulhas de tatuagem e piercing).

Mesmo pouco comum, a transmissão pode acontecer de mãe para filho na gravidez e durante o sexo, principalmente entre homens que fazem sexo com homens ou pacientes com HIV.

Os quadros tendem a ser assintomáticos, mas alguns pacientes podem manifestar os sintomas abrangentes da doença, como cansaço, febre, vômitos, pele e olhos amarelos.

Em média, 80% dos casos agudos evoluem para a condição crônica, ou seja, quando a doença persiste por mais de 6 meses.

Os exames para saer se têm ou não a doença são bastante importantes e podem ser feitos gratuitamente em unidades de saúde do SUS. O tratamento depende do quadro e estágio da doença, bem como do genótipo (tipo) do vírus.

Apesar de o tipo C não ter vacina, a prevenção é bastante simples.

Não compartilhar objetos perfurantes (seringas, lâminas) é bastante importante. Gestantes devem fazer o pré natal e realizar os exames de detecção, evitando possíveis transmissões.

O Julho Amarelo agora com amparo legal para a promoção da saúde, prevenção, informação e assistência em relação às hepatites virais colabora para a melhora e conscientização das hepatites.

A ação com âmbito nacional deve ter atenção em outros meses do ano – se ligar na oportunidade de vacinação, realização de exames periódicos, tratamento correto e busca de informações.

VACINAÇÃO HEPATITE A

A vacina contra hepatite A é produzida com microrganismos mortos ou fragmentos deles, fazendo com que não seja possível contrair a doença por meio da aplicação.

Na composição, há o antígeno do vírus da hepatite A, sal de alumínio amorfo, estabilizante (conforme o fabricante), cloreto de sódio a 0,9%.

Pode conter traços de neomicina (antibiótico), fenoxietanol e formaldeído.

A dose pode ser administrada em pacientes acima de 12 meses de idade, sendo que para Programa Nacional de Imunizações, a aplicação de 1 dose deve ocorrer entre 15 meses e 5 anos de idade.

VACINAÇÃO HEPATITE B

A vacina contra hepatite B é do tipo inativada, o que significa que não pode causar a infecção. Isso porque ela é produzida com a proteína do vírus da hepatite B.

Além dele, há na composição hidróxido de alumínio, cloreto de sódio e água para injeção, podendo conter fosfato de sódio, fosfato de potássio, borato de sódio e timerosal.

Toda a população pode receber, gratuitamente, a vacina contra hepatite B. Por isso, quem não se vacinou no período correto, pode — e deve — ir até uma unidade de saúde para receber o imunizante.

Na caderneta de vacinação, o tempo correto de aplicação é:

·         1ª dose ao nascer;

·         2ª aos 2 meses;

·         3ª dose aos 4 meses;

·         4ª aos 6 meses.

Crianças, adolescentes e adultos que não receberam a vacina na idade correta, devem receber 3 doses com intervalos de 1 mês entre a 1ª e a 2ª, e 5 meses entre a 2ª e a 3ª.

Os casos que são contraindicados para a vacinação incluem pessoas com alergias ou sensibilidade severa aos componentes.

Testes gratuitos 

O Sistema Único de Saúde (SUS) fornece testes gratuitos para diversas doenças, entre elas, as hepatites. E há 2 tipos, os testes rápidos e os laboratoriais. Com o teste rápido, leva cerca de 30 minutos para que o paciente receba o diagnóstico.

Como as hepatites podem não manifestar sintomas, observar se houve exposição a fatores de riscos é a principal forma de saber se é preciso realizar o teste.

Eles incluem compartilhar objetos cortantes ou perfurantes (alicates de cutícula, agulhas e seringas) ou sexo sem proteção.

Lembrando que o diagnóstico dos tipos B e C só pode ser feito depois, pelo menos, 60 dias da exposição ao vírus.

Prevenção da transmissão entre mãe e bebê 

Ainda que menos comum, é possível haver transmissão da hepatite B para o bebê durante a gestação ou no parto — chamada de transmissão vertical.

Por isso, gestantes devem ser testadas para a doença. Caso o resultado seja positivo para hepatite B crônica, a paciente deve receber a profilaxia, que é um tratamento preventivo.

Em alguns casos, o médico pode julgar necessário administrar o tratamento profilático também ao bebê, após o nascimento.

Vamos juntos nessa campanha!

Até a próxima!!

 

Chances de infarto e AVC aumenta, por causa da contração das artérias para preservar o calor do corpo

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De acordo com a American Heart Association, associação americana que trata do coração, os riscos de surgirem doenças cardiovasculares aumentam de 20% a 25% durante o inverno.

As temperaturas mais baixas exigem que o coração fique mais acalorado.

A questão é que ao se proteger para que o corpo se mantenha quente, seja com cobertores, casacos e outras peças de frio, ocorre um fenômeno natural do organismo que faz com que as artérias se contraem.

A chamada “vasoconstrição” reduz o fluxo sanguíneo e aumenta a pressão arterial, o que faz com que o coração seja mais exigido nos dias mais frios para manter o equilíbrio térmico.”

SINAIS QUE MERECEM ATENÇÃO

Como se não bastasse, morar nessa época em grandes centros, o problema se agrava devido ao aumento da poluição pela falta de chuva.

Além disso, o enrijecimento das artérias aumentam as chances de ocorrer um AVC (acidente vascular cerebral).

Vale a pena cuidar da saúde, principalmente nas pessoas que se encontram nos fatores de risco como tabagismo, sedentarismo e obesidade. Essas devem se atentar mais a sinais como dor ou aperto no peito, dor de cabeça, formigamento em braços e pernas e falta de ar.

E mesmo no frio é bom não relaxar e deixar a preguiça tomar conta. Então sim, mantenha os exercícios físicos em dia, beba bastante água para o sangue menos viscoso e, portanto, menos suscetível à coagulação.

Vale a pena não exagerar também na alimentação pesada. Evite comidas mais calóricas e gordurosas, pois podem prejudica o coração.

E aproveite também a época para doar amor. Aqueça aqueles que necessitam de ajuda, que dormem nas ruas no frio, muitas das vezes chegando à temperatura negativa.

Ótimo inverno e até a próxima!

 

 


Doar sangue é doar amor.

O mês de junho também é conhecido como Junho Vermelho

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Você costuma doar sangue? Se sim, apenas quando alguém conhecido precisa de doação ou por que tem na sua programação anual esse ato de amor?

O Junho Vermelho é uma campanha de conscientização sobre o ato de doar sangue: um gesto simples, rápido e praticamente indolorr e que ainda pode colaborar para salvar vidas.

Para se ter uma ideia da importância desse ato, para cada doação, até 4 vidas podem ser salvas.

Sem sangue não há vida. Fazer o bem a quem precisa, como as pessoas que sofreram acidentes ou que estão doentes vai além da solidariedade, isso faz com que tenhamos empatia.

No Brasil, existem 27 hemocentros e mais de 500 serviços de coleta, tanto na rede pública quanto na privada. De acordo com uma estimativa do Ministério da Saúde, aproximadamente 3,5 milhões de brasileiros realizam transfusão de sangue todos os anos.

Pode parecer um número alto, só que esse número de voluntários ainda é baixo, uma vez que os estoques devem estar sempre abastecidos.

Vamos então encher os estoques com a campanha do Junho Vermelho. Explico melhor como funciona abaixo.

O que é a campanha Junho vermelho?

A campanha Junho vermelho é uma ação para que a população se conscientize sobre a importância de doar sangue, e ocorre anualmente.

Por que junho? Pelo fato de no dia 14 de junho se comemorar o Dia Mundial do Doador de Sangue – essa data foi definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em homenagem ao nascimento do imunologista austríaco Karl Landsteiner, responsável por descobrir os tipos sanguíneos.

Mas não é só isso.

Junho também foi escolhido com esse propósito, uma vez que é uma época do ano em que as doações de sangue caem. Outro agravante são as baixas temperaturas, o que ocasiona na diminuição da frequência de doadores.

Faça de junho o seu início como doador. Programe-se para ser um doado ativo, independente de necessidade específica.

Agora acredite: Para que não haja necessidade de campanhas de emergência, basta pelo menos 3,5% da população saudável brasileira doar sangue, mesmo que a porcentagem ideal seja em torno dos 5%.

Divulgue, compartilhe e faça você também parte da campanha #PartiuDoarSangue Vamos superar os atuais 1,8% da população que se dispõe à doação de sangue voluntária.

Um paciente que precisa de uma transfusão ou que perdeu muito sangue, por exemplo, depende apenas da doação de alguém que tenha um tipo compatível.

O sangue que é doado é utilizado, entre outras ações em tratamentos de pacientes com câncer, pessoas com doenças crônicas, em cirurgias e atendimentos de emergência.

Como funciona a doação de sangue?

A doação começa a partir da coleta de sangue de um doador voluntário, feita nas unidades de coleta espalhadas pelo Brasil.

Vale ressaltar que mesmo da coleta, o voluntário passa por uma entrevista de triagem para análise se o mesmo preenche os requisitos para ser um doador.

Após isso, a coleta é realizada por um profissional do hemocentro.

E para doar não é necessário estar em jejum. O procedimento é simples e se sente apenas a picada de agulha no braço, bem semelhante a um exame de sangue comum.

Em uma pessoa adulta, que possui em média 5 litros de sangue, são coletados no máximo 450mL. É uma quantidade considerada pequena, mas o suficiente para ajudar quem tanto precisa.

O tempo médio para passar pelas etapas e depois se alimentar é de aproximadamente 40’.  O organismo repõe o volume de sangue doado dentro das primeiras 24 horas após a doação.

Caso haja interesse em ser um doador frequente, as doações futuras poderão ser realizadas em um intervalo de 2 meses para homens (máximo de 4 doações anuais) e 3 meses para as mulheres (máximo de 3 doações anuais).

Quem pode doar sangue?

Existem alguns requisitos para a doação de sangue, estabelecidos para a segurança de quem doa e recebe a transfusão.

Eles visam evitar a transmissão de doenças, sobretudo porque o organismo de quem recebe o tecido está fragilizado.

Entre as restrições temporárias estão os casos de doenças virais, tatuagens recém feitas, extração de siso, etc.

Além disso, alguns critérios devem ser avaliados:

·         Pessoas entre 16 e 69 anos, sendo necessário consentimento formal do responsável legal para os menores de 18 anos e que a primeira doação tenha sido feita até os 60 anos para pessoas com idade acima;

·         Pesar no mínimo 50Kg;

·         Ter dormido no mínimo 6 horas dentro das últimas 24h;

·         Estar bem alimentado, mas evitar alimentos muito gordurosos nas horas que antecedem;

·         Esperar 2 horas após o almoço;

·         Apresentar documento de identificação emitido por órgão oficial (CNH, carteira de identidade, passaporte etc);

·         Se não for a primeira doação, ter feito o intervalo mínimo de 2 ou 3 meses, conforme o sexo, entre uma doação e outra.

Como se preparar para uma doação de sangue?

Não há necessidade de fazer nenhuma grande preparação para doar sangue. Recomenda-se, caso se alimente antes de evitar alimentos muito gordurosos.

Após a doação, é importante se atentar para alguns cuidados:

·         Beba bastante líquidos;

·         Evite esforços físicos exagerados, pelo menos após as 12 horas após a coleta;

·         Evite bebidas alcoólicas nas 12 horas após a coleta;

·         Deixe o curativo no local da punção após as quatro horas da doação;

·         Evite dirigir;

·         Evite trabalhar em lugares altos, como andaimes;

·         Faça um lanche após a doação e se hidrate.

Até a próxima!!

 

Sexo é vida e sem cuidados prejudica a saúde

Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que a transmissão de infecções sexualmente transmissíveis ainda é um problema endêmico global – Sim, não é exclusividade do Brasil.

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Para se ter uma ideia, a estimativa mostra que em média, há mais de 1 milhão de novos casos de clamídia, gonorreia, tricomoníase e sífilis por dia.

Os dados não são atuais. O levantamento foi realizado em 2016, ano em que pesquisadores registraram 376,4 milhões de novos casos dessas quatro infecções sexualmente transmissíveis entre homens e mulheres com idade entre 15 a 49 anos.  A OMS reforça que a principal forma de prevenção é a utilização do preservativo.

É importante ressaltar que essa quantidade de casos registrados não equivale ao número de pessoas atingidas, uma vez que em muitas vezes, o mesmo paciente apresenta reincidências do problema. Outro fator a ser considerado é que faltam dados sobre as doenças em todos os países, já que nem sempre é obrigatório reportá-las às autoridades públicas.

Esses quatro tipos de infecções afetam principalmente o aparelho reprodutivo e sexual humano e todas têm cura.

Número total de casos

A estimativa total é de 376,4 milhões de casos, dos quais:

  • 127,2 milhões casos de clamídia
  • 86,9 milhões de casos de gonorreia
  • 156,0 milhões de casos de tricomoníase
  • 6,3 milhões de casos de sífilis

O que são essas infecções

As infecções sexualmente transmissíveis causam problemas agudos nos órgãos genitais masculino e feminino. Em alguns casos, podem também prejudicar o reto e a faringe.

Conheça a característica de cada uma das infecções

  • Clamídia: causada por uma bactéria, essa infecção nem sempre apresenta sintomas. Trata-se de um corrimento amarelado ou claro e que causa ardência ao urinar e dores durante o ato sexual. As mulheres podem ter sangramentos espontâneos e os homens, dor nos testículos.
  • Gonorreia: causada por uma bactéria, provoca dor ou ardor na hora de urinar, inflamação na uretra, secreção e pus, principalmente nos homens. Nas mulheres pode causar desconforto abdominal ou até não ter sintomas.
  • Tricomoníase: transmitida por um protozoário, provoca coceira, vermelhidão, dor ao urinar e inflamações. Nas mulheres, pode causar corrimentos e odores fortes.
  • Sífilis: transmitida por uma bactéria, pode ter vários estágios de complexidade – primária, secundária, latente e terciária. Os sintomas mais visíveis são uma ferida no órgão genital ou manchas no corpo. Geralmente, não causa dor nem sangramento. Com o agravamento da doença, surgem febre e mal-estar, além de ínguas no corpo. Nos casos mais graves, pode levar à morte.

A OMS alerta, ainda, que a clamídia e a gonorreia podem causar complicações sérias a médio e longo prazo, como inflamações pélvicas, gravidez ectópica (quando o embrião se forma fora do útero), infertilidade, dor e artrite. Além do ato sexual, elas podem ser transmitidas durante o parto.

Já a sífilis pode provocar graves danos neurológicos e também doenças de pele. Mulheres grávidas com a doença transmite para o filho ainda não nascido, podendo causar a morte do feto, parto prematuro ou deficiências na criança.

O vírus HIV tem o risco aumentado em todas as quatro infecções.

Metas de redução

O setor de estratégias da OMS já tem como meta reduzir em 90% a incidência de gonorreia e sífilis no mundo até 2030. Para isso, é preciso ampliar medidas de prevenção, exames e tratamento. O estudo deve ajudar a OMS a estabelecer metas para outras infecções, entre elas a clamídia e a tricomoníase.

Outra expectativa é a de estimular o desenvolvimento de métodos para diagnóstico adequado e novas terapias, além de ver um dia as vacinas e medicamentos serem disponibilizados em serviços públicos de saúde.

Faça sexo com segurança e viva mais com saúde.

Até a próxima!!

 

 

Demência é coisa séria e deve triplicar nos próximos 30 anos 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou novas diretrizes no chamado Plano de Ação Global da OMS (link https://www.who.int/mental_health/neurology/dementia/guidelines_risk_reduction/en/ )em resposta de saúde pública à demência 2017-2025.

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Trata-se de um plano que busca, através de uma abordagem ampla, colaborar na prevenção do aparecimento das demências, incluindo desde o fortalecimento dos sistemas de informação até direcionamentos para um diagnóstico correto, tratamento e atendimento; o apoio a cuidadores de indivíduos com demência e novas pesquisas e inovação no tema.

Este plano demonstra um número assustador – De acordo com o diretor-geral da OMS – Tedros Adhanom Ghebreyesus, as demências devem aumentar significativamente em número até 2050. “o número de pessoas com demência deve triplicar, e precisamos fazer tudo o que pudermos para reduzir nosso risco de demência”.

As diretrizes informam a importância de algumas ações para que políticas públicas, instituições e profissionais da saúde em geral, prevenir, tratar, reabilitar, diagnosticar e propiciar melhor qualidade de vida as pessoas com déficit cognitivo ou algum tipo de demência. 

Dentre as atividades pela prevenção estão, à atividade física, principalmente as aeróbicas. Se a pessoa é fumante, tirar de vez o tabagismo de sua vida, uma vez que colabora e muito na redução do risco de declínio cognitivo e demência.

Além da atividade física, a retirada do tabagismo é destacada como sendo de importância para reduzir o risco de declínio cognitivo e demência, além de proporcionar outros benefícios para a saúde.

Em relação a alimentação, uma dieta sugerida e recomendada é a mediterrânea. Nesse caso, a OMS destaca que suplementação multivitamínica complexa, o uso de Vitaminas B e E e/ou ácidos graxos poliinsaturados não devem ser recomendadas para reduzir o risco de declínio cognitivo e / ou demência, já que não há evidências científicas de sua utilidade.

Gosta de beber socialmente? Ok, só que também é importante pensar em sua redução e até mesmo interrupção do consumo de bebidas extremamente alcóolicas.

Outros destaques importantes é a participação social e o apoio social para ter uma boa saúde e bem-estar ao longo da vida.

Já a perda de peso também deve ser estimulada, inclusive por haver evidências que o desempenho cognitivo melhora. Tratar da hipertensão arterial e reduzir os níveis de glicose sanguínea e colesterol também são sugestões importantes.

Nos dias atuais é comum nos depararmos com a depressão. O seu tratamento deve ser observado, e é importante entender que o uso de medicamentos para o problema não significa que o risco de declínio cognitivo e / ou demência será reduzido.

As diretrizes destacam ainda a importância de implementar políticas públicas voltadas para o apoio a cuidadores. Aqui novamente a OMS destaca a presença de programas de treinamento on-line que forneçam aos cuidadores de pessoas com demência recomendações sobre o gerenciamento geral dos cuidados, como lidar com mudanças de comportamento e como cuidar de sua própria saúde.

Vamos cuidar da saúde e de quem precisa.

Até a próxima!!