Tag

relacionamento

Browsing

A importância do abraço vai muito além de um afago

A troca de energia e a sensação de proteção é muito benéfica aos filhos

Leia também:

O orgasmo é um grande aliado para a saúde

Conheça alguns exercícios para a saúde do cérebro

Você curte dar ou receber aquele abraço? Parece besteira, só que estudos realizados por cientistas do Instituto Weizmann de Ciência, esse ato tem muito poder, principalmente quando se trata de abraçar os filhos.

Sim, acredite, quanto mais o seu ou seus filhos forem abraçados pelos pais, mais o cérebro deles se desenvolverão. Além disso, o hormônio ocitocina, considerado o ‘hormônio do amor’ será liberado.

Para quem não sabe, a ocitocina começou a ser estudada em 1906 e os seus benefícios no corpo humano e no nosso sistema emocional ainda são surpreendentes. Esse hormônio atua como facilitador do vínculo entre as pessoas e colabora para o desenvolvimento de parte da estrutura do cérebro no processo de transmissão de células cerebrais para a corrente sanguínea.

Desta maneira, quando se abraça alguém, o hipotálamo produz o neurotransmissor, que é secretado pela glândula pituitária, o hormônio então estimula os centros de prazer. Ela é a base neurológica para a ligação social, especialmente com as pessoas mais próximas a você.

Por isso, se ainda não faz, comece o quanto antes a abraçar os seus filhos. Essa relação pode promover uma série de benefícios que vão além da sensação de bem-estar físico. Do ponto de vista psíquico, para crianças e jovens, ser abraçado pela mãe e pelo pai representa segurança, dedicação e acolhida. Para os pais, envolver os filhos em seus braços dá a sensação de pertencimento, continuidade da vida, amor.

E nunca é demais lembrar que o abraço é algo que se dá gratuitamente. Mais abraços, amor e boas relações para você.

 Até a próxima!!

Mentir não pode ser a melhor solução

A mentira nem sempre é vista como um mal para quem a sustenta. Seja por insegurança, medo e simplesmente pelo prazer de achar que está em vantagem.

Leia também:

Concentração – melhore a sua através dos sons

Reflexão faz parte da nossa vida

O fato é que a mentira um dia é descoberta, ou seja, não se sustenta eternamente.

Os estudos mostram isso. Recentemente as revistas Superinteressante e Época Negócios provaram isso, através de abordagens aonde a mentira é um perigo à saúde, mesmo quando usada em benefício, como por exemplo, em uma partida de truco.

O estudo foi feito por uma equipe de psicólogos da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos.

Foram dez semanas experimentando os efeitos da honestidade em uma pessoa. Os testes foram realizados em pouco mais de cem indivíduos com idades entre 18 e 71 anos.

Os pesquisadores orientarão a metade dessas pessoas a omitir verdades, evitar responder perguntas que pudessem ocasionar em mentiras e manter segredos. Era para fazer o que fosse necessário para não ter erros.

Já a outra metade do pesquisados, estavam livres para enganar, e todos eram examinados por polígrafos semanalmente.

De acordo com Anita Kelley, psicóloga que liderou o estudo, durante encontro da Associação Americana de Psicologia, as “Evidências recentes mostraram que os americanos mentem, em média, 11 vezes por semana.

Durante o período de estudo, a relação entre mentir menos e ter uma saúde melhor se mostrou significativamente maior nos participantes do grupo “honesto”. As pessoas honestas, em média, apresentaram quatro vezes menos queixas ligadas à saúde mental e três vezes menos reclamações sobre dores físicas.

Kelly afirmou que os participantes da equipe de honestos conseguiram reduzir o número de mentiras em torno da quinta semana de prática. O novo comportamento colaborou para que as relações próximas ficassem mais saudáveis, principalmente porque suas interações sociais se tornaram mais simples do que anteriormente.

As pessoas que foram orientadas a não mentir, contaram depois como fizeram para não cometer gafes. A maioria disse que conseguiu melhorar sua condição simplesmente contando a verdade, sem exagerar, ou explicando sem rodeios por que esteve atrasado ou não conseguiu cumprir tarefas, em vez de inventar desculpas.

O curioso é que quando a mentira era o caminho mais fácil, outra parte declarou que conseguiu contorná-la com alguns truques. Ao responder uma pergunta complicada, muitos conseguiram fugir delas fazendo outras perguntas, trocando de assunto ou sendo vago e até rindo, como se as questões fossem ridículas demais para serem respondidas.

O mais engraçado nessa pesquisa é que a principal razão das pessoas serem ótimas para mentir aos outros é que no fundo são boas para mentir a si mesmas.

Embora estejamos sempre prontos para acusar os outros de nos enganar, somos incrivelmente distraídos com nossa própria duplicidade.

As experiências que ficam gravadas, após passarmos por uma falsidade são ruins. Faça a sua escolha, e pense verdadeiramente que mentir só trará malefícios a nossa saúde.

Divido com você essa reflexão. Espero que goste e, se sim, que possa compartilhar em sua rede. Ótimo dia e até a próxima!

https://www.youtube.com/watch?v=C8k6VIdT5Ds

A solidão é um péssimo aliado para quem busca uma longevidade saudável.

 

Leia Também

Mickey te aguarda em shopping de São Paulo

A depressão está cada vez mais presente na sociedade

Ficar sozinho às vezes é bom e faz bem para refletir no que ocorre com nossa vida, porém ter isso como uma rotina, é algo que poderá trazer consequências ruins para o corpo e a mente no decorrer dos anos.

É bem verdade que existem os que defendem a máxima do “antes só do que mal acompanhado”. E sim, a maioria defende que estar ao lado de amigos é o que vale a pena.

A vida proporciona essa experiência de várias maneiras – amigos de infância, amigos de estudos, amigos que se conheceram em viagens, no trabalho, por acaso e por aí vai.

Eu prefiro viver a máxima de que “quem tem amigo, nunca está sozinho”.  É claro que deve se ter muito cuidado em saber quem realmente merece a chancela de ser chamado ou escolhido como amigo. Como tudo na vida existem as decepções.

De qualquer maneira, insisto que vale viver experiências e cultivar cada vez mais o círculo de contatos.

Confira algumas dessas vantagens:

Corpo mais resistente a problemas de saúde

Pesquisadores da Universidade de Chicago, nos EUA, identificaram que as pessoas que vivem sozinhas ao longo da vida são mais inseguras, sofrem de depressão, insônias e com o estresse.

Já o Journal of the American Medical Association, traça a relação entre solidão e o risco maior de ter doença de Alzheimer. Então bora viver em comunidade.

Sentimentos divididos

Dividir experiências, pensamentos e comportamentos são fundamentais para uma longevidade feliz. Ter pessoas ao lado que se possa compartilhar segredos, opiniões e empatia é um privilégio que deve ser valorizado.

Rir para curar

É sabido que a risada ajuda a melhorar tudo em nosso organismo. Rir dos erros, das besteiras, enfim, se possível de tudo traz a felicidade para si e para quem está perto.

Alegria como reforça um estudo da Universidade de Califórnia e de Harvard, nos EUA, contagia. E isso é multiplicador: Otimismo e generosidade traz para perto pessoas que buscam o mesmo comportamento.

Amizade contribui para a longevidade

Ter amigos por perto aumenta em 50% a chance de você viver mais. Quem afirma são os pesquisadores da Brigham Young University, nos EUA. Foi constatado que as pessoas que se isolam da sociedade prejudicam a sua caminhada para a vida longa, é como se fumassem todos os dias, fossem alcoólatras ou obesos.

O coração agradece

Amar ao próximo contagia e acelera os batimentos cardíacos. Pessoas normalmente felizes, entusiasmadas e satisfeitas têm menos chance de serem depressivas e apresentam um risco 22% menor de ter infarto ou desenvolver doenças cardíacas.

Então, bora manter a amizade em dia e aproveitar os benefícios para alcançar a longevidade de maneira mais saudável e feliz.

Até a próxima!!

Kaspersky Password Manager

 

Crie uma senha forte para sua conta

Kaspersky Password Manager

Crie uma senha forte para sua conta

Idoso, terceira idade, melhor idade ou velho merece respeito

Leia também:

Reflexologia e a importância dos pés na saúde

Chinês amputado realiza sonho e vence o Everest

Como você se comporta ao lado das pessoas mais velhas? Ora, você que já tem ou passou dos 40 anos, chegou aos 50, se aproxima dos 60 ou já passou, acredite, tem a mesma mania que tinha quando mais novo, talvez, apenas não dava tanta atenção a isso.

Por isso, pense o que poderia melhorar ou mudar em relação ao seu comportamento, a sua paciência e o convívio que tem ao lado dos mais velhos.

Espero que você possa chegar bem à velhice e se tiver filhos, um companheiro(a), amigos próximos, possa manter sempre bem o seu astral, afinal à longevidade não tem idade e nem prazo.

Todo dia é dia de trabalhar alguns fatores que podem fazer à diferença lá na frente. Apresento algumas dicas para você trabalhar ou melhorar nas suas relações com esse maravilhoso público, ok? E não se sinta forçado a fazer nada, apenas peço que pense a respeito.

1 – Amor – Quem não gosta de se sentir amado ou receber algum tipo de carinho? Não deixe para amanhã, diga hoje com toda sinceridade a frase “eu te amo” para alguém que signifique para você. Seja seu pai, sua mãe, seu parente, amigo, enfim, quando a maioria das pessoas envelhecem, sentem-se mais sós e depressivas.

2 – Respeito –  Toda idade exige respeito. Duvido que alguém goste de ser desrespeitado ou menosprezado. Jamais diga a uma pessoa mais velha que o tempo dela passou, que ela não representa mais nada e caso, você conviva com alguém mais velho em casa, valorize ao invés de criticar e parecer que essa seja um problema na casa.

3-  Troque experiências –  As pessoas mais velhas adoram ser valorizadas. Pedir uma opinião, uma ajuda com assuntos que “esse” já vivenciou o fará se sentir mais importante e feliz.  A relação, aliás só irá melhorar, mesmo que você não concorde.

4 –  Transparência – Demonstre ao mais velho que a saúde dele e qualquer necessidade que apareça é de seu interesse. Divida essas informações, de maneira que  ele se sinta cuidado e sem medo de pedir ou mencionar algum incomodo. Marque médicos regularmente, faça atividades físicas e lúdicas juntos. Você se realizará, acredite.

5 – Paciência – Por mais difícil que possa ser ter que ouvir várias vezes a mesma coisa, conviver com as mesmas implicâncias, manias, teimosias, entre outras coisas que tiram a paciência de quem é mais novo, tente respirar, aceitar e se colocar no lugar. Lembre-se que amanhã, essa pessoas poderá ser você.

6 – Se você é casado, tem filhos e mora com alguma pessoa mais velha, como sogra, avó, etc, por mais que esteja estressado, tente não discutir perto deles, afinal, a primeira coisa que virá na cabeça, é que o problema pode ser a sua presença deles na casa.

7 – Rotina e manias –  Isso também serve para o caso de cima. As pessoas mais velhas mantém certas rotinas que não são fáceis de mudar – programas de TV, refeições sempre à mesa e no mesmo horário, passeio na rua, etc. Tente se adaptar ou na pior das hipóteses, tentar não se importar em fazer parte disso.

8 – Vida em movimento – Jamais abandone uma pessoa mais velha. Pelo contrário, estimule-o a fazer uma atividade física, a passear junto com o cachorro, ir ao cinema, sair para um almoço ou jantar e a trabalhar sua cabeça. As pessoas mais velhas, quando incentivadas, enchem a casa de orgulho e vontade de fazer a gente viver mais.

9 – Colaboração – Permitir que alguém mais velho te ajude nas tarefas, seja em casa ou no trabalho, o fará se sentir útil e agradável. Não cobre muito, apenas agradeça e trabalhe em equipe.

10 – Conselhos –  Mesmo que não concorde, ouça os conselhos que a pessoa mais velha tem para te dar. Ele se sentirá com a autoestima elevada e com sensação de poder. Aceite os palpites e sua história de vida.

Espero que essas dicas possam colaborar para você já ir trabalhando uma longevidade maravilhosa e deixando um legado aos mais novos.

Até a próxima!