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Beber com moderação faz bem para a saúde

Seja qual for a sua bebida preferida, independente de ter ou não teor alcóolico, vale saber dos benefícios

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Eu por exemplo, sou um amante da água, das cervejas, caipirinhas e dos vinhos. Essa última, que recentemente mostrou que se consumida uma taça por dia da versão tinto pode até reduzir o risco de desenvolver a diabetes tipo 2.

Hoje trago mais uma bela notícia aos amantes do vinho tinto. O consumo de apenas uma taça na semana desta fantástica bebida pode fazer bem para as bactérias intestinais, assim, ajudaria a prevenir diversos problemas de saúde.

A informação é graças um estudo realizado pelo King’s College London, na Inglaterra, onde foi provado que o consumo de apenas uma taça de vinho tinto por semana já pode aumentar a diferença de boas bactérias no microbioma. Isso colabora para a redução do colesterol ruim e ter o peso sob controle.

É importante ressaltar que os pesquisadores afirmam que não é o álcool presente na bebida que garante o efeito positivo. Trata-se dos polifenóis do vinho tinto. Eles são os responsáveis em ajudar a alimentar as boas bactérias do microbioma. Fora isso, apenas o vinho tinto resultou em um microbioma mais diversificado.

Para quem não sabe, o microbioma é uma coleção de bactérias no intestino que tem um papel importante na saúde. Quando saudável, ele ajuda a digerir os alimentos e previne doenças.

Já um microbioma danificado ocasiona um mau funcionamento do sistema imunológico, aumento de peso, assim como do colesterol, entre outras coisas.

No caso de existirem muitas bactérias diferentes, o microbioma é considerado saudável, logo, de acordo com a pesquisa, o vinho tinto faz com que ocorra o aumento dessa diversidade.

Os resultados ainda permaneceram constantes mesmo após contabilizar fatores como dieta, nível socioeconômico e idade.

Então, bora abrir um vinho tinto e beber com moderação?

Até a próxima!!

O outubro rosa merece a atenção principalmente do público feminino.

O câncer de mama é uma coisa muita séria.

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Para se ter uma ideia, no Brasil são aproximadamente 60 mil novos casos por ano. Esse tipo de câncer é o segundo mais comum entre as mulheres no país e no mundo, perdendo apenas para o câncer de pele não melanoma.

O que vale a pena se atentar, após um diagnóstico positivo é que as chances de cura chegam a 95% dos casos quando o tumor é detectado no início.

Assim, a campanha Outubro Rosa que tem como objetivo conscientizar sobre a importância da prevenção e do tratamento correto do câncer de mama merece ser mais valorizado.

As pesquisas mostram que embora a mamografia a partir dos 40 anos seja essencial para o diagnóstico precoce, a adesão a este exame de imagem é ainda um dos obstáculos para vencer a doença.

A Pesquisa Nacional de Saúde 2013 (PNS), a mais recente disponível no país, aponta que 3,8 milhões de mulheres de 50 a 69 anos nunca realizaram mamografia, o que corresponde a 18,4% da população feminina nessa faixa etária.

Sinais de câncer e mama

A característica mais comum da doença é o surgimento de um nódulo nas mamas ou axilas geralmente indolor. Além disso, o paciente pode apresentar outros sinais menos frequentes como:

  • Inchaço de toda ou parte de uma mama (mesmo que não se sinta um nódulo)
  • Assimetria das mamas
  • Espessamento ou retração da pele ou do mamilo
  • Secreção pelos mamilos
  • Edema (inchaço) da pele
  • Eritema (vermelhidão) na pele
  • Inversão do mamilo
  • Inchaço do braço
  • Dor na mama ou mamilo

Como reduzir o risco do câncer de mama

A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função dos múltiplos fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis, mas além de realizar exames preventivos com frequência, a adoção de alguns hábitos de vida saudáveis, podem diminuir o risco; são eles:

  • Manter uma dieta balanceada, rica em frutas e vegetais e com pouca gordura;
  • Evitar fumar;
  • Quando amamentar, fazê-lo pelo maior número de meses possível;
  • Evitar ingestão alcoólica excessiva, mais de três drinques de alto teor alcoólico por dia
  • Praticar atividades físicas regulares, pelo menos por 1 hora, 3 dias por semana;
  • Evitar sobrepeso;

O Ministério da Saúde estima que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama.

Tratamento para câncer de mama

Para o tratamento de câncer de mama, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece todos os tipos de cirurgia, como mastectomias, cirurgias conservadoras e reconstrução mamária, além de radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e tratamento com anticorpos.

O tratamento da doença dependerá de vários fatores, como a localização do tumor, o tipo e a extensão da doença.

Abaixo, você confere os detalhes das modalidades de tratamento disponíveis:

Hormonoterapia

Muitos cânceres de mama crescem às custas do hormônio feminino chamado estrogênio. Então, a maioria  das hormonioterapias age diminuindo os níveis desse hormônio ou o impedindo de atuar sobre as células cancerígenas da mama.

Quimioterapia

Em alguns casos de câncer de mama, a quimioterapia é necessária e pode salvar vidas. Ela consiste na administração de medicamentos para destruir o câncer, que podem ser feito por via intravenosa (injeção numa veia) ou por via oral. A quimioterapia sistêmica é administrada na corrente sanguínea para poder atingir as células cancerígenas em todo o corpo.

Cirurgia conservadora da mama

Esse é um procedimento para retirar o tumor com uma margem de segurança, preservando a maior parte possível da mama. Trata-se de um procedimento que é muitas vezes uma opção de tratamento para mulheres com câncer de mama em estágio inicial.

Mastectomias – cirurgia para a retirada da mama

A mastectomia consiste na retirada cirúrgica de toda a mama. Muitas vezes, é realizada quando uma mulher não pode ser tratada com a cirurgia conservadora da mama (lumpectomia), que poupa a maior parte da mama. Também pode ser feita se uma mulher preferir a mastectomia sobre a cirurgia conservadora da mama por motivos pessoais.

Radioterapia

O tratamento utiliza radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor.

Nem todas as mulheres com câncer de mama têm indicação de radioterapia, que pode ser realizada nas seguintes situações:

  • Após a cirurgia conservadora da mama, para diminuir a chance da recidiva na mama ou nos linfonodos próximos.
  • Após uma mastectomia, especialmente se o tumor tinha mais que 5 cm de diâmetro ou se estava nos linfonodos.
  • Se o tumor estava disseminado para outros órgãos, como ossos ou cérebro.

Reconstrução mamária e a volta da autoestima

Em casos em que torna-se necessária a retirada da mama ou parte dela, é possível reconstruí-la a partir de uma cirurgia. O procedimento de reconstrução mamária é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Essa cirurgia ajuda a devolver autoestima, autoconfiança e qualidade de vida que geralmente são afetadas quando a mulher passa por esse momento tão delicado e desgastante, física e emocionalmente. Com o procedimento também é possível alcançar simetria estética da região.

A reconstrução mamária deve ser feita de acordo com a possibilidade clínica e preferência da mulher. A orientação, conforme previsto na Lei nº 12.802, é que a cirurgia de reconstrução, prioritariamente, seja realizada na retirada da mama. No entanto, de acordo com a própria legislação, quando não houver indicação clínica para realização dos dois procedimentos ao mesmo tempo, a paciente será encaminhada para acompanhamento e terá garantida a realização da cirurgia após alcançar as condições clínicas necessárias.

Em alguns casos, a reconstrução pode ser adiada em razão da necessidade de terapias adjuvantes, como radioterapia ou quimioterapia, ou ainda como objetivo de se evitar infecção ou rejeição da prótese.

Atente-se e compartilhe com as mulheres que você ama.

Até a próxima!!

Esporte é saúde! Quem nunca ouviu essa frase?

A prefeitura de São Paulo lançou nesse mês de setembro um programa quem tem como um dos objetivos, estimular a ocupação do espaço público com atividades esportivas e brincadeiras gratuitas.

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O evento do chamado Programa Rua da gente ocorre sempre aos sábados e domingos, em diversas ruas da capital, através das Secretarias Municipais de Esportes e Lazer, Cultura e Relações Sociais

A iniciativa contará com investimentos de R$ 2,5 milhões em 2019 e faz parte do Plano de Metas 2019-2020 da cidade, proporcionando a integração das famílias, o direito de brincar, com práticas esportivas que trabalhem o corpo e a mente, além de atrações culturais.

As atividades serão divididas em quatro polos, que foram idealizados para atenderem uma grande quantidade de público, com possibilidades para pessoas de todas as idades, são eles:

Práticas esportivas: atletismo, basquete, futebol, futsal e lutas;

Corporais: alongamentos, exercícios funcionais, crossfit e street dance;

Lazer: brincadeiras tradicionais e contemporâneas, gincanas e oficinas de artesanato;

Integrativas e complementares: práticas terapêuticas, danças e meditação.

Atividades lúdicas como jogos com bola, de mesa, tabuleiro, musicais, pega-pega, queimada, amarelinha, cabo de guerra, quebra cabeça, gincanas, oficinas de artesanato, danças variadas, confecção de brinquedos com material reciclável serão desenvolvidas.

O programa terá ainda atividades físicas com modalidades fitness e wellness como zumba, street dance, crossfit, treinamento intervalado de alta intensidade, circuitos de exercícios, alongamentos e condicionamento físico.

Práticas terapêuticas também estarão presentes no programa com modalidades como Liang Gong, Mindfullness, Yoga, Aromaterapia, Bioenergética, Cromoterapita, Danças Circulares, Meditação e Quiropraxia.

Neste final de semana quem poderá curtir o programa são os moradores da Subprefeitura Vila Mariana. No domingo, dia 22, no período que vai das 9h às 18h, a Rua Dr. Mario Cardim, entre as ruas Rio Grande e Napoleão de Barros, terá atividades de práticas integrativas, gratuitas. Veja a programação abaixo:

TENDA 1

09:00 Chi Kung
10:00 Tai Chi Chuan
11:00 Mindfulness
12:00 Meditação
13:00 Tai Chi Chuan
14:00 ThetaHealing
15:00 Yoga
16:00 Danças Circulares
17:00 Meditação

TENDA 2

09:00 Mindfulness
10:00 Meditação
11:00 Chi Kung
12:00 Tai Chi Chuan
13:00 ThetaHealing
14:00 Yoga
15:00 ThetaHealing
16:00 Meditação
17:00 Danças Circulares

Boa curtição, muita saúde e até a próxima!!

O mundo no celular é uma realidade. Usar o aparelho com qualidade é possível.

O texto abaixo foi tirado na íntegra do site do catracalivre.

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Tenha mais segurança ao usar a sua Internet

O Equilibre-se separou aplicativos que ajudam a cuidar de sua rotina diária, desde a água que você bebe até a quantidade de passos dados em um dia

Crédito: Reprodução/Apple StoreSleep Cycle
Ficar preso ao celular não é nada saudável, mas, com estes apps, você tem uma boa razão. Eles podem monitorar suas atividades diárias e ajudar a mudar hábitos, desde a água que você bebe até a quantidade de passos dados em um dia. Quer saber mais? Vamos lá!

Drink Water

Crédito: Reprodução/Apple StoreDrink Water

O objetivo do app é ajudar você a ingerir a quantidade de água necessária. Com ele, é possível calcular quanto beber diariamente e receber lembretes para nunca mais ficar desidratado. Disponível para Android e iOS.

Fitbit

Crédito: Reprodução/Google Play StoreFitbit

O Fitbit acompanha atividades diárias, como treinos e sono. Sozinho, ele rastreia atividades básicas, mas pode ser conectado a “wearables”, por exemplo. Assim, é possível contar quantos passos foram percorridos, distância, calorias queimadas e peso. O app também calcula a quantia de água consumida, além de fazer registros de alimentos e de batimentos cardíacos. Disponível para Android,  iOS e Windows Phone.

Google Fit

Crédito: Reprodução/Google Play StoreGoogle Fit

Segundo o Google, o aplicativo foi desenvolvido em parceria com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e com a Associação Americana de Cardiologia (AHA, na sigla em inglês). Um dos incentivos é o “ponto cardio”, que você conquista a cada minuto de atividade moderada que realiza — vale desde acelerar o passo ao passear com o cachorro até uma corrida. Disponível para Android.

Hydro Beba Água

Crédito: Reprodução/Apple StoreHydro Beba Água

Esse é mais um aplicativo para ajudar a se manter hidratado. Uma calculadora avalia o organismo e sugere a quantidade ideal de água a ser tomada. Também apresenta lembretes, gráficos e estatísticas. Disponível para Android e iOS.

MyFitnessPal

Crédito: Reprodução/Apple StoreMyFitnessPal

O MyFitnessPal promete monitorar sua dieta e seus exercícios em menos de cinco minutos diários. Seu banco de dados, com calculadora de calorias, tem mais de 6 milhões de alimentos. Com esse aplicativo, você pode registrar o que come e seus favoritos serão lembrados. Disponível para Android e iOS.

Runtastic

Crédito: Reprodução/Google Play StoreRuntastic

O app gratuito é ideal para quem quer começar a fazer mais atividades físicas para entrar em forma e ter uma vida mais saudável. O usuário pode monitorar e registrar sessões de esporte ou fitness, assim como os dados dos treinos. Escolha entre emagrecer, preparar-se para competições, começar a correr, relaxar ou entrar em forma. Disponível para Android, iOS e Windows Phone.

Samsung Health

Crédito: Reprodução/Google Play StoreSamsung Health

O Samsung Health grava e analisa suas atividades diárias e sua rotina para ajudar, por exemplo, a manter uma alimentação adequada ou dormir melhor. Com ele, é possível explorar detalhes de ingestão de alimentos, cafeína ou água, além de gerenciar registros de saúde como frequência cardíaca, pressão sanguínea, níveis de glicose no sangue, estresse e peso. Disponível para Android.

Sleep Cycle

Crédito: Reprodução/Apple StoreSleep Cycle

O Sleep Cycle é um tipo de “despertador inteligente” para acompanhar o sono da hora de dormir até o despertar, gerando análises detalhadas. Disponível para Android e iOS.

Water Drink Reminder

Crédito: Reprodução/Google Play StoreWater Drink Reminder

Mais um app que ajuda a beber a quantidade ideal de água. Permite definir seu horário de início e término para beber água para cada dia e sincroniza dados com o Google Fit e o Samsung Health. Disponível para Android.

E como se não bastasse os muitos casos de sarampo no país, agora é a vez da caxumba assustar a população.

Um dos principais motivos do aumento do número de casos da doença que estava sumida do mapa está associado à queda da vacinação. A imunização está abaixo do índice recomendado, que é de 95%, de acordo com o Ministério da Saúde.

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Para quem não se recorda, a caxumba já foi considerada uma das principais doenças “da infância”. Hoje para piorar está cada vez mais presente entre pessoas na faixa de idade entre 15 e 30 anos, que possivelmente não foram vacinadas quando crianças.

Todas as pessoas devem tomar duas doses da tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) durante a vida. A vacina faz parte do Calendário Nacional de Vacinação e pode ser tomada em qualquer posto de saúde gratuitamente.

O que é a caxumba?

A caxumba é uma infecção viral aguda e contagiosa. Pode atingir qualquer tecido glandular e nervoso do corpo humano, mas é mais comum afetar as glândulas parótidas, que produzem a saliva, ou as submandibulares e sublinguais, próximas ao ouvido.

A doença também é conhecida como Papeira e é universal, de alta morbidade e baixa letalidade, aparecendo sob a forma endêmica ou surtos.

Normalmente, a caxumba tem evolução benigna, mas em alguns raros casos pode apresentar complicações resultando em internações e até mesmo em morte.

Como a caxumba é transmitida?

A caxumba é causada por vírus da família Paramyxoviridae, gênero Paramyxovirus. A transmissão ocorre por via aérea, por meio da disseminação de gotículas, ou por contato direto com saliva de pessoas infectadas.

Já a transmissão indireta ocorre de maneira menos frequente. Pode ocorrer pelo contato com objetos e/ou utensílios contaminados com secreção do nariz e/ou boca.

Em relação ao período de incubação o período para aparecer os sintomas é de 12 a 25 dias, sendo, em média, 16 a 18 dias. Já o período de transmissão ocorre entre 6 e 7 dias antes das manifestações clínicas, até 9 dias após o surgimento dos sintomas. O vírus da caxumba pode ser encontrado na urina até 14 dias após o início da doença.

Quais são os sintomas da caxumba?

O principal e mais comum sintoma da caxumba é o aumento das glândulas salivares, acompanhado de febre. Cerca de 30% das infecções podem não apresentar aumento aparente dessas glândulas.

É comum que a infecção em homens adultos prove orquite (inflamação nos testículos) e mastite (infecção do tecido mamário) nas mulheres. Em um terço dos casos, a infecção não apresenta sintomas (assintomática) e adquire maior gravidade após adolescência, sendo a meningite e a epidídimoorquite duas importantes manifestações e complicações da doença, mas que geralmente não deixam sequelas.

Em menores de 5 anos de idade, são comuns sintomas das vias respiratórias e perda neurosensorial da audição. Outras complicações são encefalite e pancreatite. Não há relato de óbitos relacionados à parotidite. Além disso, a ocorrência da caxumba durante o primeiro trimestre da gestação pode ocasionar aborto espontâneo.

Os principais sintomas da caxumba são:

Inchaço e dor nas glândulas salivares, podendo ser em ambos os lados ou em apenas um deles.

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Fadiga e fraqueza
  • Perda de apetite
  • Dor ao mastigar e engolir.
  • Como é o tratamento da caxumba?

O tratamento da caxumba é baseado nos sintomas clínicos do paciente, com adequação da hidratação e alimentação, já que esses pacientes aceitam mal alimentos ácidos, que podem ocasionar dor, náuseas e até vômitos. Além disso, a boa higiene bucal é fundamental.

A caxumba é uma infecção viral e é tratada naturalmente pelo organismo. A indicação é apenas de repouso, medicamentos para dor e temperatura e observação cuidadosa para a possibilidade de aparecimento de complicações.

Nos casos que cursam com meningite asséptica, o tratamento também é sintomático. Nas encefalites, a orientação é tratar o edema cerebral e manter as funções vitais.

Felizmente, a maioria dos casos da caxumba tem recuperação natural e progressiva, sem grandes complicações, em até duas semanas. O médico deve ser sempre consultado em caso de dúvidas ou surgimento de outros sintomas.

Como é feito o diagnóstico da caxumba?

O diagnóstico da caxumba é basicamente clínico, com avaliação médica nas glândulas. Para confirmar, o profissional de saúde pode coletar uma amostra de sangue para confirmar a presença do vírus.

A confirmação laboratorial da caxumba vem no resultado desse exame de sangue, que apresenta anticorpos contra o paramixovírus, responsável por causar a doença.

Como prevenir a caxumba?

A vacinação é a única maneira de prevenir a caxumba. O Sistema Único de Saúde oferta gratuitamente as vacinas Tríplice Viral, que protegem contra sarampo, caxumba e rubéola, e Treta Viral, que adiciona a proteção contra varicela (catapora).

Adultos que não foram infectados pelo vírus da caxumba na infância ou na adolescência têm indicação de ser imunizados, com exceção de gestantes e imunodeprimidos graves.

Até a próxima!!

O AVC é umas das maiores causas de mortes no Brasil

Existem dois tipos de AVC – o isquêmico e o hemorrágico

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Sálvia é uma erva que ajuda a combater doenças

Você conhece ou já ouviu falar do AVC? Pois bem, o Acidente Vascular Cerebral é caracterizado pela obstrução total ou rompimento dos vasos sanguíneos do sistema nervoso.

É inclusive um dos principais responsáveis a deixar as pessoas sem condições de certas tarefas e capacitação no dia a dia.

No Brasil é sem dúvida uma das maiores causas de morte, chegando ao impressionante número de fazer com que cerca de 70% dos pacientes que não morrem sofrerem com as sequelas.

Existem dois tipos de AVC – O isquêmico e o hemorrágico. No primeiro que também é conhecido como derrame, ocorre quando há uma obstrução arterial que impede a chegada de sangue e, portanto, oxigênio a diferentes regiões do cérebro, causando a morte dos neurônios.

Já o do tipo hemorrágico é caracterizado pela hemorragia resultante da ruptura de um vaso no cérebro e causado, principalmente, por pressão alta e distúrbios que fragilizam as artérias cerebrais e do encéfalo.

Sintomas de um AVC

O AVC em muitos casos deixa sequelas e nem sempre sabemos quais são elas. De acordo com Carlos Bosco Marx, neurologista do Hospital Sepaco, entre os sinais mais comuns e precoces de AVC estão:

  • Fraqueza ou formigamento na face
  • Fraqueza ou formigamento no braço ou na perna e em um lado do corpo
  • Confusão mental
  • Alteração da fala ou compreensão da linguagem
  • Alterações visuais (perda súbita/escurecimento visual)
  • Alteração do equilíbrio
  • Perda de coordenação motora
  • Tonturas
  • Dor de cabeça súbita e intensa, sem causa aparente

O paciente que por acaso sinta qualquer um desses sintomas, deve anotar o horário em que começaram e procurar imediatamente ajuda médica

O atendimento rápido é primordial, uma vez que é possível utilizar um medicamento para dissolver o coágulo que obstrui a artéria cerebral causadora dos sinais, o que resulta na boa recuperação neurológica com baixo índice de sequelas.

Como evitar um AVC

É claro que nem sempre seguir alguns cuidados é certeza de evitar um AVC, só que por que não fazer a nossa parte?

Os fatores de risco estão presentes na doença vascular periférica, doenças cardíacas, tabagismo, hipertensão arterial, diabetes, sedentarismo, colesterol alto, uso de anticoncepcionais, álcool e drogas ilícitas.

Por isso vale se atentar se você faz bem esse controle. Pense nisso e a longevidade agradece.

Até a próxima!

A erva ajuda entre outras coisas a combater o reumatismo

Muitos talvez nunca ouviram falar do poder da Sálvia. E acredite, essa erva é poderosa no combate a algumas doenças.

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Alimentos que combatem as dores de garganta

Para aqueles que buscam um aliado para combater o cálculo renal, ácido úrico e até mesmo o reumatismo, agora podem viver essa experiência de utilizar a sálvia. Ela é considerada uma das mais maravilhosas medicinas caseiras.

Principais propriedades:

Flavonoides: responsáveis por variadas atividades hormonais, anti-inflamatórias, antimicrobianas e antioxidantes.

Taninos: apresentam atividade expectorante, bactericida, fungicida, antitumoral e cicatrizante.

A erva pode ser utilizada de diversas maneiras – Anti inflamatória, calmante, diurético, estimulante, expectorante e até como antioxidante.

Ela pode ser consumida através de extratos, forma natural ou como óleo, uma vez que o da sálvia contém cânfora, cineol, alfa e beta-tujona, substâncias essas que ajudam no tratamento de hemorragias, úlceras e entorses.

Para quem gosta de chá, o dessa erva colabora para a limpeza nas vias respiratórias, impede a formação de pedras nos rins e ainda dissolvem os resíduos que provocam o ácido úrico.

A sálvia também é indicada para fortalecer o sistema nervoso e melhoria da memória. Para estas condições, recomenda-se beber 5ml de extrato de sálvia, misturados em um copo de água, 3 vezes ao dia.

No caso das úlceras, ou feridas na pele, é recomendado passar a sálvia concentrada no local.

A sálvia ajuda a curar a dor de garganta. Basta fazer um gargarejo com um punhado de sálvia bem amassada e misturar num copo de água.

No caso das vias respiratórias, ela também é indicada para tratar desordens no pulmão e para a sinusite. Você pode esmagar o equivalente a uma mão cheia de folhas frescas, colocar para ferver em um litro de água, e depois fazer uma inalação do vapor.

Aprenda a fazer o chá de Sálvia:

Ingredientes

·         1 colher de chá de sálvia

·         1 xícara de chá de água fervente.

Modo de preparo

Ferva a água e, depois, desligue o fogo. Despeje a erva na água e deixe abafada por 5 minutos. Depois é só consumir.

Quanto tomar?

Tomar de 3 a 4 xícaras de chá ao dia.

RESUMO SIMPLES

Parte utilizada: folhas e flores.

Principais indicações: gripe, resfriados, vômitos, gases, inflamações da boca e da garganta, problemas de digestão, tônico do coração e diabetes. 

Contraindicações:

A sálvia não é recomendada durante a gestação, o aleitamento, para portadores de epilepsia e durante o uso de medicamento para o coração. Pode ser tóxica em altas doses.

E lembre-se Vale consultar um médico, naturopata ou nutricionista para obter a posologia correta, tanto no uso oral quanto no uso tópico.

Até a próxima!!

 

 

Depressão é uma doença que aumenta mais a cada dia

Uma maneira de tratamento é procurar ajuda ao invés de se isolar no problema

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Depressão pode ser combatida com alimentação

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão afeta aproximadamente 350 milhões de pessoas em todo o mundo. Assim, fica menos complicado entender porque o transtorno é considerado a maior causa de suicídios no planeta.

O pior de tudo isso é que muitos que possuem a doença não sabem. Uma dessas razões, segundo Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) é a dificuldade de relacionar a doença com os sintomas da depressão, que podem ser:

·         Apatia

·         Falta de motivação

·         Medos que antes não existiam

·         Dificuldade de concentração

·         Perda ou aumento de apetite

·         Alto grau de pessimismo

·         Indecisão

·         Insegurança

·         Insônia

·         Falta de vontade em fazer atividades antes prazerosas

·         Sensação de vazio

·         Irritabilidade

·         Raciocínio mais lento

·         Esquecimento

·         Ansiedade

·         Angústia

O indivíduo também pode apresentar alguns sintomas físicos de depressão que os médicos não conseguem encontrar causas aparentes, como:

·         Dores de barriga

·         Má digestão

·         Azia

·         Constipação

·         Flatulência

·         Tensão na nuca e nos ombros

·         Dores de cabeça

·         Dores no corpo

·         Pressão no peito

Agora pasme.  O diagnóstico pode se tornar menos desafiador com um novo algoritmo, desenvolvido por pesquisadores do Canadá, capaz de detectar sinais de depressão no timbre de voz de uma pessoa.

Baseada em trabalhos científicos anteriores que indicam que o timbre de voz de um indivíduo pode trazer informações sobre seu humor, os estudiosos criaram uma metodologia que combina diferentes algoritmos para reconhecer, por meio de sinais acústicos, possíveis indícios de depressão.

Os pesquisadores esperam que com esse novo recurso, seja desenvolvida uma espécie de “teste caseiro de depressão”. O objetivo é transformar a descoberta em um aplicativo para celular que coletaria a voz da pessoa enquanto ela fala ao telefone e, rastreando os indicadores de humor, indicar sinais de uma possível depressão.

A depressão infelizmente não tem cura definitiva, porém pode ser tratada por meio de combinação de medicamentos e terapia e ter seus sintomas controlados, garantindo ao paciente uma vida livre de sintomas.

Até a próxima e cuide-se.

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL É COISA SÉRIA E FUNDAMENTAL

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E você sabe o que são esses alimentos? Os alimentos construtores são aqueles considerados boas fontes de proteínas. Entre eles estão as carnes, o leite e seus derivados, os ovos e as leguminosas.

Esses alimentos são responsáveis pela construção de novos tecidos no organismo e também na cicatrização da pele.

Pela sua importância a saúde, esse grupo de alimentos devem sempre fazer parte da alimentação diária, uma vez que o nosso organismo necessita de propriedades construtoras em todas as fases da vida.

Os alimentos construtores são ricos em proteínas  e fazem parte de alguns processos importantes no organismo ao longo da vida e a correta ingestão deve ser feita desde a gestação.

Entre as funções estão o crescimento e manutenção de cabelos, unhas, dentes e pele, proteção dos órgãos internos, formação de articulações e ligamentos, transporte de nutrientes e oxigênio são alguns papéis que a proteína desempenha no nosso corpo.

Desde a barriga da mãe é importante absorver esse grupo de alimentos. Assim, como na fase adulta, uma vez que é necessário repor as células, restaurar ou renovar tecidos, além de manter todos os sistemas funcionando.

O consumo de alimentos construtores durante a juventude e fase adulta colabora para manter ou ganhar massa magra e evitar a perda muscular durante o envelhecimento.

Os alimentos construtores também estão presentes nas opções vegetais. Vale mesmo é ter uma alimentação equilibrada com vitaminas e minerais.

Os alimentos construtores de origem vegetal são aqueles derivados da terra. São as leguminosas e as oleaginosas, que também são ricas em proteína. Entre eles estão:

·         Arroz integral;

·         Milho;

·         Quinoa.

·         Feijão, soja, ervilha, lentilha e grão-de-bico;

·         Castanha de caju, castanha do pará;

·         Amendoim, amêndoas, avelã e nozes;

Todos esses alimentos possuem fibras, vitaminas do complexo B e minerais, como ferro, zinco e cálcio. São ótimos para manter uma alimentação saudável.

Para as pessoas vegetarianas ou veganas, é importante que exista um cuidado especial para repor os nutrientes construtores através das fontes de proteína vegetal.

Ao contrário do que muitos pensam, é possível ter uma ingestão proteica completa sem o consumo de carne, leite e até ovos.

O que acontece é que os alimentos de origem animal possuem concentrações maiores de proteína do que os de origem vegetal.

Mas ao aumentar o consumo de vegetais que fazem parte dos alimentos construtores e combiná-los entre si (diversificando a alimentação), é possível suprir as necessidades de maneira simples.

Já os produtos de origem animal, como leite, carnes e ovos, são fontes proteicas. Muitas pessoas têm na rotina esses alimentos que são benéficos ao organismo.

Entre os alimentos construtores de origem animal estão:

·         Ovos;

·         Leite;

·         Iogurte;

·         Carne vermelha e branca;

·         Peixes, crustáceos e moluscos;

·         Queijos.

Preste atenção na sua alimentação e se mantenha saudável para alcançar a longevidade de forma plena.

Até a próxima!!

 

Julho se inicia e com ele mais uma ação de conscientização da população

A hora agora é de se ligar e se juntar à prevenção e aos cuidados com as hepatites.

Saiba mais sobre a campanha do julho amarelo

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Sancionada e publicada no dia 11 de janeiro de 2019 no Diário Oficial da União, a Lei 13.802 institui julho como o mês de combate às hepatites virais A, B e C. Então será bem comum ver nesse mês muitos tons amarelos com o objetivo de fortalecer a importância dos cuidados e prevenção das doenças.

Agora você sabia que foi apenas na 63ª Assembleia Mundial da Saúde, realizada em maio de 2010, que entidades de saúde alertaram sobre os perigos e a necessidade de divulgar mais as infecções virais?

Essas infecções por muito afeta a qualidade de vida das populações e a saúde pública como um todo e graças a campanha, isso vem diminuindo.

O Ministério da Saúde tem um papel importante nisso tudo, uma vez que promove campanhas e estimula a disseminação de informações sobre prevenção, sintomas e tratamentos das hepatites.

Fora isso, a união do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde organiza, todos os anos, iniciativas de enfrentamento necessárias à sociedade.

Dados do ministério indica que aproximadamente de 2 milhões de pessoas têm hepatite viral crônica e não sabem da condição.

E o que são as Hepatites Virais?

Trata-se de um grupo de doenças provocadas por vírus que provocam inflamações no fígado e, se não tratadas, levam a complicações irreversíveis.

São 5 tipos ou classes do agente infeccioso — A, B, C, D e E — que estão presentes em todo o mundo. Aqui no Brasil, as mais comuns são as dos tipos A, B e C.

Estima-se que no mundo são aproximadamente 400 milhões de pessoas cronicamente infectadas pelo vírus das hepatites B e C. Fora isso, outras 1,4 milhão têm o vírus do tipo A.

O mais curioso é que na maioria das vezes, o paciente não sabe que é portador da doença, uma vez que mesmo infectado, o organismo não manifesta sintomas.

Desta maneira, muitos ficam doentes sem saber e se complicam silenciosamente podendo ser bem graves, como casos de cirrose hepática e câncer hepático.

CONHEÇA CADA UM DOS TIPOS

Hepatite A 

A hepatite A também é conhecida como hepatite infecciosa. A via de transmissão do agente é por meio da ingestão de água ou alimentos contaminados, ou ainda pelo contato fecal-oral, em que a pessoa fica exposta às fezes contaminadas.

Geralmente, a condição não apresenta sintomas e quando diagnosticadas, podem causar cansaço, febre, dores abdominais, vômitos, pele e olhos amarelados, além de alteração na cor das fezes e da urina.

Um exame de sangue é o suficiente para saber se contraiu ou não a doença. O tratamento também é mais tranquilo se feito corretamente. A cura é total e são poucas as chances de complicação.

O tipo A tem vacina, sendo um meio eficaz de prevenção, além da higienização correta de alimentos e consumo de água potável.

Hepatite B

O tipo B da hepatite é sexualmente transmissível, sendo este um dos modos mais comuns de infecção.

A transmissão do vírus também pode ocorrer durante a gestação — de mãe para o filho —, no parto ou na amamentação, no compartilhamento de objetos pessoas — lâminas, alicates de cutícula, seringas —, além da transfusão de sangue.

O quadro é, geralmente, assintomático, ainda que sintomas brandos, como cansaço, vômitos, febre, pele e olhos amarelados possam se manifestar.

Exames de sangue detectam a existência ou não da doença. O tratamento pode necessitar de medicamentos.

A hepatite B tem vacina disponível nas Unidades de Saúde, sendo necessárias 3 doses para a imunização.

Hepatite C

A hepatite C é frequentemente transmitida por transfusão de sangue e compartilhamento de objetos pessoas, como lâminas de barbear, agulhas, escovas de dente, alicates de cutícula ou outros objetos usados para perfuração (como agulhas de tatuagem e piercing).

Mesmo pouco comum, a transmissão pode acontecer de mãe para filho na gravidez e durante o sexo, principalmente entre homens que fazem sexo com homens ou pacientes com HIV.

Os quadros tendem a ser assintomáticos, mas alguns pacientes podem manifestar os sintomas abrangentes da doença, como cansaço, febre, vômitos, pele e olhos amarelos.

Em média, 80% dos casos agudos evoluem para a condição crônica, ou seja, quando a doença persiste por mais de 6 meses.

Os exames para saer se têm ou não a doença são bastante importantes e podem ser feitos gratuitamente em unidades de saúde do SUS. O tratamento depende do quadro e estágio da doença, bem como do genótipo (tipo) do vírus.

Apesar de o tipo C não ter vacina, a prevenção é bastante simples.

Não compartilhar objetos perfurantes (seringas, lâminas) é bastante importante. Gestantes devem fazer o pré natal e realizar os exames de detecção, evitando possíveis transmissões.

O Julho Amarelo agora com amparo legal para a promoção da saúde, prevenção, informação e assistência em relação às hepatites virais colabora para a melhora e conscientização das hepatites.

A ação com âmbito nacional deve ter atenção em outros meses do ano – se ligar na oportunidade de vacinação, realização de exames periódicos, tratamento correto e busca de informações.

VACINAÇÃO HEPATITE A

A vacina contra hepatite A é produzida com microrganismos mortos ou fragmentos deles, fazendo com que não seja possível contrair a doença por meio da aplicação.

Na composição, há o antígeno do vírus da hepatite A, sal de alumínio amorfo, estabilizante (conforme o fabricante), cloreto de sódio a 0,9%.

Pode conter traços de neomicina (antibiótico), fenoxietanol e formaldeído.

A dose pode ser administrada em pacientes acima de 12 meses de idade, sendo que para Programa Nacional de Imunizações, a aplicação de 1 dose deve ocorrer entre 15 meses e 5 anos de idade.

VACINAÇÃO HEPATITE B

A vacina contra hepatite B é do tipo inativada, o que significa que não pode causar a infecção. Isso porque ela é produzida com a proteína do vírus da hepatite B.

Além dele, há na composição hidróxido de alumínio, cloreto de sódio e água para injeção, podendo conter fosfato de sódio, fosfato de potássio, borato de sódio e timerosal.

Toda a população pode receber, gratuitamente, a vacina contra hepatite B. Por isso, quem não se vacinou no período correto, pode — e deve — ir até uma unidade de saúde para receber o imunizante.

Na caderneta de vacinação, o tempo correto de aplicação é:

·         1ª dose ao nascer;

·         2ª aos 2 meses;

·         3ª dose aos 4 meses;

·         4ª aos 6 meses.

Crianças, adolescentes e adultos que não receberam a vacina na idade correta, devem receber 3 doses com intervalos de 1 mês entre a 1ª e a 2ª, e 5 meses entre a 2ª e a 3ª.

Os casos que são contraindicados para a vacinação incluem pessoas com alergias ou sensibilidade severa aos componentes.

Testes gratuitos 

O Sistema Único de Saúde (SUS) fornece testes gratuitos para diversas doenças, entre elas, as hepatites. E há 2 tipos, os testes rápidos e os laboratoriais. Com o teste rápido, leva cerca de 30 minutos para que o paciente receba o diagnóstico.

Como as hepatites podem não manifestar sintomas, observar se houve exposição a fatores de riscos é a principal forma de saber se é preciso realizar o teste.

Eles incluem compartilhar objetos cortantes ou perfurantes (alicates de cutícula, agulhas e seringas) ou sexo sem proteção.

Lembrando que o diagnóstico dos tipos B e C só pode ser feito depois, pelo menos, 60 dias da exposição ao vírus.

Prevenção da transmissão entre mãe e bebê 

Ainda que menos comum, é possível haver transmissão da hepatite B para o bebê durante a gestação ou no parto — chamada de transmissão vertical.

Por isso, gestantes devem ser testadas para a doença. Caso o resultado seja positivo para hepatite B crônica, a paciente deve receber a profilaxia, que é um tratamento preventivo.

Em alguns casos, o médico pode julgar necessário administrar o tratamento profilático também ao bebê, após o nascimento.

Vamos juntos nessa campanha!

Até a próxima!!